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sexta-feira, 10 de setembro de 2010

ONTEM GENOCIDAS - HOJE HERÓIS!!!!!


Pedro Ravazzano
***


Hitler matou seis milhões de judeus ao longo da Segunda Guerra Mundial. A URSS, em apenas um ano, matou sete milhões de ucranianos de fome.




A China maoísta, aproximadamente, aniquilou sessenta e cinco milhões de chineses. A Cuba castrista assassinou vinte mil pessoas e gerou o exílio de dois milhões de habitantes, homens e mulheres que buscavam a liberdade. A pergunta que fica é; por que o nazismo foi radicalmente execrado da vida social e política moderna ao mesmo tempo em que o comunismo genocida, além de valorizado, passou a ser popularizado por meio de um marketing bem feito e pela conversão de assassinos em heróis?

Talvez esse questionamento gere a ira de neonazistas. Realmente, um jovem seguidor de Hitler deve fazer essa pergunta frequentemente, até poderia ir além ao chamar o regime hitlerista de “nazismo real”, distinto dos verdadeiros princípios do nacional-socialismo. Não obstante, o problema não é a condenação de Hitler, mas a não condenação de outros assassinos que marcaram e marcam a história da humanidade.

A banalização da morte de milhões de pessoas, onde carrascos se tornam exemplos para a juventude e baluartes da vanguarda, apenas comprova a decadência moral, ética, espiritual, da sociedade moderna. Um marxista não-totalitário, o que até pode ser difícil de encontrar dentro de uma perspectiva ortodoxa, já que a marxologia atual constata o caráter violento intrínseco a hermenêutica das obras de Karl Marx, deveria ter a obrigação de rechaçar a defesa desses regimes genocidas. Os malabarismos teóricos e práticos usados para justificar mortes em série e extermínios em massa apenas constatam a banalização da vida, o esvaecimento da dignidade humana que ocorre entre os homens que se encontram submersos na cegueira ideológica.

Essa popularização de figuras como Che e Mao só é possível, na sociedade atual, porque reina, de forma pujante, um relativismo feroz e aniquilador. É muito engraçado ver artistas famosos, cantores, milionários e esbanjadores, batendo palmas e elogiando líderes que eram defensores incontestes da morte de inimigos políticos, ou seja, qualquer cidadão que defendesse a liberdade ou fosse visto como influência do imperialismo, seja por meio da música americana, cinema europeu, religião etc. Tudo era compreendido como ferramenta de alienação; superestruturas que sustentavam o sistema capitalista, daí a radical necessidade de destruir os pilares fundamentais da civilização ocidental; a fé cristã, o direito romano e a filosofia grega; as peças basilares que juntas definiam a identidade do homem do Ocidente, sem elas, ou por meio do início de uma guerra contra elas, os indivíduos não mais se reconheciam.

Hoje o mundo se escandaliza com Guantánamo, por acaso alguém se importa com a prisão de La Cabaña, chefiada por Guevara, onde quatrocentos cubanos foram assassinados sem julgamento, onde o único crime cometido, quando havia alguma acusação, era o de se opor ao regime castrista? O bom senso nos obrigaria a fazer uma radical oposição as duas realidades, ambas representantes da banalização da vida, os dois casos retratando o descaso, a profanação da dignidade do ser humano. Entretanto, infelizmente, ao mesmo tempo em que a mass media, a casta artística e jornalistica, governantes e políticos, incitam e estimulam a oposição caricata ao governo Bush, essas mesmas estruturas são as responsáveis por alimentar os devaneios de milhares de homens e mulheres que, enebriados com a massificação socialista, esquecem ou pouco se importam com as mortes e os extermínios em massa. Tudo isso ao mesmo tempo em que, ironicamente, protestam contra o Presidente dos EUA que mantém uma prisão desumana em solo cubano. Ora, Guevara e outros assassinos comunistas se encontravam num estágio superior, eles não escondiam o grau de importância que davam a essas mortes políticas; “fuzilamento, sim, temos fuzilado, fuzilamos e continuaremos fuzilando enquanto for necessário. Nossa luta é uma luta de morte”, dizia Che na Assembleia da ONU. O mais “engraçado” foi quando questionado sobre duas mil mortes que havia sido diretamente responsável, respondeu que todos eram agentes da CIA. Realmente, quem não saberia que camponeses, trabalhadores, padres, freiras, pastores, comerciantes e estudantes na verdade, por debaixo das aparências, eram espiões bem treinados da Inteligência Americana?!

Essa conversão, a transformação de assassinos em heróis, só se sustenta por meio de um processo de decadência. Quando a sociedade ocidental passa a não mais se importar com a verdade, quando começa a reinar um sentimentalismo exacerbado e, para piorar, ocorre o triunfo de doutrinas políticas massificantes, estatólatras, invadindo a mídia, a arte e corrompendo a educação básica, os homens passam a ser formados com uma concepção obtusa a respeito da realidade. Antíteses claras e óbvios paradoxos são defendidos sem qualquer preocupação intelectual; não há um mínimo senso de responsabilidade. A defesa dos absurdos – elogiar um Che genocida e criticar Bush militarista, ou se dizer católico, que acredita na ressurreição, e espírita, que é reencarnacionista -, não incomoda, não gera desconforto intelectual.

De forma sucinta podemos dizer que os homens modernos não mais se sentem responsáveis com a Verdade, desse modo abrem espaço para o triunfo não só da mentira, mas das falácias e das contradições.

Postado por Pedro Ravazzano

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segunda-feira, 23 de agosto de 2010

A Ciência Confirma a Igreja

Há três tipos de preservação dos corpos: 1 ‒ milagrosa; 2 ‒ obtida por meios científicos; 3 ‒ natural e acidental.








Um dos fenômenos que mais chamam a atenção é a preservação
até a incorruptibilidade do corpo de certos santos.





É fato que em condições excepcionais pode acontecer que um corpo não se desfaça inteiramente por razões meramente naturais.

Porém, o fenômeno dá-se com os santos em proporções muito acima do normal, sendo que na quase totalidade das vezes foram sepultados em condições comuns e que, portanto, deveriam se pulverizar como os outros.

No processo de canonização, a Igreja estabelece a abertura dos sarcófagos para conferir que o corpo ali enterrado pertence verdadeiramente ao Servo de Deus e constatar seu estado.

A conservação inusitada desse corpo é um sinal que, entre outros, contribui a definição da santidade do Servo de Deus.

Há, portanto, três tipos de preservação:

1 ‒ milagrosa (incorruptíveis strictu sensu),

2 ‒ deliberada por meios científicos (quando o corpo foi embalsamado, como foi o caso de B. Juan XXIII),

3 ‒ natural e acidental.



Um dos fenômenos que mais chamam a atenção é a
preservação até a incorruptibilidade do
corpo de certos santos.
A incorruptibilidade propriamente dita é a preservação milagrosa que não se explica por nenhuma lei ou fator natural e é independente das circunstâncias (umidade, temperatura, tempo, cal ou outros elementos que poderiam acelerar a decomposição).

Só pode se ter certeza da incorruptibilidade quando o corpo admiravelmente conservado jamais foi embalsamado ou tratado com qualquer tipo de procedimento visando uma preservação.

Em alguns casos acresce que os corpos de santos também exsudam aromas ou perfumes, sobre tudo no momento da exumação.

A incorruptibilidade não é a mumificação (nem natural, nem por obra humana). Os corpos mumificados apresentam características facilmente reconhecíveis pela ciência.

Um dos casos mais impressionantes é o da vidente de Lourdes, Santa Bernadette Soubirous.

Seu corpo encontra-se exposto na capela do convento de Saint-Gildard, na cidade de Nevers, França, nas condições que podem ser vistas no vídeo abaixo, registrado em julho de 2010.

Junto ao túmulo de Santa Bernadette, um cartaz esclarece:

“O corpo de Santa Bernadette repousa nesta capela desde o dia 3 de agosto de 1925. Ele está intacto e “como petrificado” segundo foi reconhecido pelos médicos juramentados e pelas autoridades civis e religiosas por ocasião das exumações de 1909, 1919 e 1925.

“O rosto e as mãos enegreceram em contato com o ar e foram recobertos com ligeiras máscaras de cera, moldadas diretamente do corpo.

“A posição da cabeça inclinada à esquerda foi tomada pelo corpo dentro do caixão.”

Nas referidas exumações constatou-se:

Na primeira, em 22 de setembro de 1909: na presença do bispo, da Madre superiora, de dois médicos e quatro operários que fizeram juramento de declarar a verdade, o corpo apareceu totalmente preservado, sem odor, a pele tinha cor pálida, os músculos e os ossos estavam unidos pelos ligamentos naturais, dentes e unhas também no seu lugar.

Verificou-se que o hábito estava ensopado pela umidade do túmulo e o terço estava completamente enferrujado. As freiras lavaram o corpo, o vestiram e o puseram num ataúde forrado de seda.

Na segunda, em 31 de abril de 1919, o corpo estava no mesmo estado. Apenas que por causa da lavagem feita pelas freiras tinha-se criado mofo no corpo. Foi observado que as veias ainda estavam proeminentes como se estivessem cheias de sangue.

Na terceira, em 18 de abril de 1925, o corpo estava no mesmo estado, com a pele mais escura. Os músculos mostravam-se tonificados, a pele estava elástica e inteira salvo em algumas partes mínimas. O fígado estava elástico, quase normal, quando deveria estar reduzido a pó ou petrificado.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

PEDOFILIA - EM BOA HORA: PADRES PROCESSAM CALUNIADORES

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Padre recebe 6.400 euros da Google por falsa acusação de pedofilia

Post divulgado por um utilizador anónimo na rede social da companhia, o Orkut, desencadeou o processo

Os casos de pedofilia na Igreja, recentemente divulgados, já deixaram marcas na Internet.

Um padre brasileiro foi acusado de pedofilia na rede social da Google, o Orkut, e o tribunal de Minas Gerais decidiu condenar a companhia a uma indemnização de 15 mil reais (quase 6.400 euros).

O padre alega que um utilizador anônimo publicou um post na rede social da Google, dizendo «Padre J. R.: o farsante, o namorado da sacristã, o pedófilo, roubo e sexo na igreja, o ladrão que tem amante», refere o jornal «O Globo». O próximo passo foi mesmo um pedido de indenização à detentora da rede social, por danos morais.

E a sentença foi favorável ao padre:

«Ao disponibilizar espaço em sites de relacionamento virtual, em que seus usuários podem postar qualquer tipo de mensagem, sem prévia fiscalização, com conteúdos ofensivos e injuriosos e, muitas vezes, com procedência desconhecida, assume o risco de gerar danos a outras pessoas.

À Google é incumbida a responsabilidade pela difamação. A sentença é clara quanto à «responsabilidade objectiva dos provedores de serviços de internet que devem responder por possíveis danos gerados pelos conteúdos que disponibilizam na rede».


Mas a gigante da Internet rejeita estas acusações, argumentando que «as ofensas supostamente sofridas pelo padre não foram pronunciadas pela empresa, mas tão somente por um usuário que postou as mensagens tidas como ofensivas».

Como a decisão foi tomada já em 2ª instância, não é passível de recurso.

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segunda-feira, 22 de março de 2010

SANTO AGOSTINHO NEGAVA O PAPADO

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I - A MENTIRA

"...muitos eram a favor de que Pedro era o fundamento da igreja em Mateus 16:18, mas um número maior ainda era contra essa interpretação, como por exemplo, Agostinho, bispo de Hipona...” Sobre esta pedra - não como se referissem à pessoa de Pedro, mas sim a Cristo, cuja Divindade Pedro havia reconhecido e proclamado."


“... Exemplo disso é Santo Agostinho que, em uma de suas obras, expressamente afirma que sempre, salvo uma vez, ele havia explicado as palavras sobre esta pedra — não como se referissem à pessoa de Pedro, mas sim a Cristo, cuja divindade Pedro havia reconhecido e proclamado...".




PARA JUSTIFICAR A MENTIRA ELES CITAM O SERMÃO 295 DE ST. AGOSTINHO

"Numa passagem neste livro, eu disse sobre o Apóstolo Pedro: ‘Sobre ele, como uma pedra, a Igreja foi construída'...Mas eu sei que mui freqüentemente em um tempo atrás, eu expliquei que o Senhor disse: ‘Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei minha Igreja', que é para ser entendido como construída sobre Ele, a quem Pedro confessou dizendo: ‘Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo', e assim Pedro, chamado depois esta pedra, representou a pessoa da Igreja que é construída sobre esta pedra, e recebeu ‘as chaves do reino do céu'. Porque, ‘Tu és Pedro' e não ‘Tu és a pedra' foi dito a ele. Mas ‘a pedra era Cristo', em quem confessando, como também toda a Igreja confessa, Simão foi chamado Pedro. Mas que o leitor decida qual dessas duas opiniões é a mais provável. [The Fathers of the Church (Washington D.C., Catholic University, 1968), Saint Augustine, The Retractations Capítulo 20.1].


II - ONDE SE ENCONTRA A MENTIRA


http://www.jesussite.com.br/acervoprint.asp?Id=200

http://www.celebrandodeus.com/Artigos/artigo_papas.asp

http://www.icp.com.br/70materia1.asp


III - A VERDADE DOCUMENTAL



Para justificar a mentira os Sites enganadores usam o Sermão 295 de Santo Agostinho, utilizando de uma estratégia comum entre protestantes, eles omitem o resto do Sermão e destacam o que lhe é de interesse.

Primeiramente leiam a parte que destaquei em vermelho no texto que os protestantes articulam... Santo Agostinho termina com a seguinte frase:


"... Mas que o leitor decida qual dessas duas opiniões é a mais provável"

Nessa frase o Santo já deixa explícito que a afirmação de que Pedro não é a pedra é uma questão que o leitor deve decidir.

Utilizando deste sermão os manipuladores do texto criam uma imagem onde Santo Agostinho está no fim de sua vida e se arrepende de suas palavras, dizendo assim que Pedro não é a Pedra. Dessa forma articulam o texto inserindo uma “boa dose” de sentimentalismo, moldando um Santo Agostinho que já não é mais Católico e sim um “Santo Protestante”, e digamos de passagem santo protestante é algo que não existe.

Vejamos então outra parte do mesmo Sermão, que claro, é omitida pelo autor da mentira:

“... São Pedro, o primeiro dos Apóstolos, que amava Cristo ardentemente, mereceu escutar: Por isto eu te digo que tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja. (...). Dentre os apóstolos, somente Pedro mereceu representar em toda parte a personalidade da Igreja toda. Porque sozinho representava a Igreja inteira, mereceu ouvir estas palavras: Eu te darei as chaves do Reino dos Céus. Na verdade, quem recebeu estas chaves não foi um único homem, mas a Igreja uma. Assim, manifesta-se a superioridade de Pedro, que representava a universalidade e a unidade da Igreja (...). A ele era atribuído pessoalmente o que a todos foi dado. (...) No mesmo sentido, também depois da Ressurreição, o Senhor entregou a Pedro a responsabilidade de apascentar Suas ovelhas. (...) E dirigiu-se a Pedro, de preferência aos outros, porque, dentre os apóstolos, Pedro é o primeiro..."

Na continuação do Sermão vemos claramente que o Santo Bispo de Hipona não só acreditava no Primado de Pedro, mas afirmava que este representa toda a Igreja:



“Dentre os apóstolos, somente Pedro mereceu representar em toda parte a personalidade da Igreja toda. Porque sozinho representava a Igreja inteira, mereceu ouvir estas palavras: Eu te darei as chaves do Reino dos Céus”.

Diante de tais afirmações fica difícil acreditar que Santo Agostinho negou o Primado de Pedro

O Santo ainda diz:


"Uma vez que devemos considerar a sucessão dos bispos, com maior razão, mais verdadeiramente e com maior segurança nós enumeramos os bispos de Roma a partir do próprio Pedro, a quem, como que representando a toda a Igreja, o Senhor disse: 'Sobre esta Pedra construirei a minha Igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela'" (Letters 53:1:2 [A.D. 412]).
.
http://www.catholic.com/library/Origins_of_Peter_as_Pope.asp

Santo Agostinho não só cria no primado como afirmava que as “chaves do Reino” foram transmitidas não só a Pedro, mas a toda a Igreja através da sucessão apostólica. Isso fica explícito no Comentário ao Evangelho do III domingo da Páscoa feito pelo Santo Bispo de Hipona quando este combatia as heresias dos Montanistas e Novacianos que negavam o poder da Igreja de conceder o perdão dos pecados, segundo eles este poder era pessoal e teria desaparecido com a morte de Pedro. Eis o comentário de Santo Agostinho:

Comentário ao Evangelho do III domingo da Páscoa - ano C (Jo 21,1-19)

"Quando interrogava a Pedro, o Senhor interrogava também a nós
Quando ouves o Senhor dizendo: Pedro, tu me amas? (Jo 21,16), lembra-te de um espelho e procura ver-te nele. Pois que outra coisa Pedro aí fazia se não representar a Igreja? Por isso, quando interrogava a Pedro, o Senhor nos interrogava também a nós, interrogava a Igreja. Para saberes que Pedro era figura da Igreja, recorda aquela passagem do Evangelho: 'Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei minha Igreja e as portas do inferno não a vencerão. Eu te darei as chaves do Reino dos céus'
(Mt 16,18-19).

É um homem só que as recebe. Quais sejam as chaves do Reino dos céus ele explicou assim: O que ligares na terra será ligado nos céus e o que desligares na terra será desligado nos céus (Mt 16,19).

Mas, se apenas a Pedro é que isso se disse, somente Pedro é que fez isso: morreu e partiu. Quem, portanto, liga e quem desliga? Ouso afirmar que também nós temos essas chaves."


http://www.osb.org.br/lectio9.htm

Vejamos ainda alguns textos que nos deixa claro a posição de Santo Agostinho em relação ao primado e ao Papado:




”Se a sucessão dos bispos for levada em conta, quanto mais certa e benéfica a Igreja que nós reconhecemos chegar até o próprio Pedro, aquele que portou a figura da Igreja inteira, a quem o Senhor disse: 'Sobre esta pedra edificarei a minha Igreja e as portas do inferno não prevalecerão contra ela'. O sucessor de Pedro foi Lino, e seus sucessores em ordem de sucessão ininterrupta foram estes: Clemente, Anacleto, Evaristo, Alexandre, Sisto, Telésforo, Higino, Aniceto, Pio, Sótero, Eleutério, Victor, Zeferino, Calisto, Urbano, Ponciano, Antero, Fabiano, Cornélio, Lúcio, Estêvão, Sisto, Dionísio, Félix, Eutiquiano, Caio, Marcelino, Marcelo, Eusébio, Miltíades, Silvestre, Marcos, Júlio, Libério, Dâmaso e Sirício, cujo sucessor é o presente bispo Anastácio. Nesta ordem de sucessão, nenhum bispo donatista é encontrado" (Santo Agostinho, Ep. 53,2).
.
Vemos então acima o Santo afirmar que Pedro “portou a figura da Igreja inteira” e ainda citar a ordem ininterrupta da sucessão apostólica a partir de São Pedro.

==============================

O escrito acima foi feito pelo Santo Bispo de Hipona principalmente para combater os donatistas .

Vejam mais um texto onde Santo Agostinho trata sobre o Primado:


Ainda prescindindo da sincera e genuína sabedoria..., que em vossa opinião não se encontra na Igreja Católica, muitas outras razões me mantém em seu seio: o consentimento dos povos e das gentes; a autoridade, erigida com milagres, nutrida com a esperança, aumentada com a caridade, confirmada pela antigüidade; a sucessão dos bispos desde a própria sé do Apóstolo Pedro, a quem o Senhor confiou, depois da ressurreição, o apascentamento de suas ovelhas até o episcopado de hoje; e, por fim, o próprio apelativo de 'católica', que não sem razão apenas a Igreja alcançou... Estes vínculos do nome cristão - tantos, grandiosos e dulcíssimos - mantêm o crente no seio da Igreja católica, apesar de que a verdade, por causa da torpeza de nossa mente e indignidade de nossa vida, ainda não se apresenta" (Santo Agostinho, C. ep. Man. 4,5).

Analisando as palavras do Santo vemos novamente o mesmo falar sobre o apostolado de Pedro e a sucessão apostólica, deixando novamente claro sua opinião sobre o assunto.

Assim mostramos rapidamente que Santo Agostinho não só acreditava no primado de Pedro, mas o defendia veemente. É claro que mesmo com toda evidência que aqui deixamos sempre terá um protestante para contestar.

Mas como falar que um homem que chamava a Igreja de Mãe escreveria contra a mesma? ”...Se a mãe viúva (de Naim) se alegrou com a ressurreição do jovem, nossa Mãe, a Igreja, alegra-se diariamente com a ressurreição espiritual dos homens.” Sermo 98, 1-3(Patrologia Latina 38, 591-592)

http://www.osb.org.br/lectio_10junho07.html

Prosseguimos com outro sermão do Santo:


“Eis que o Senhor, depois de sua ressurreição, aparece novamente aos discípulos. Interroga Pedro e o obriga a confessar três vezes seu amor, a ele que, por medo, três vezes o negara. Cristo ressuscitou na carne, e Pedro segundo o espírito; pois, enquanto o Senhor morria sofrendo, Pedro morria negando. Cristo Senhor ressuscitou dentre os mortos, e Pedro ressuscitou graças ao amor de Cristo para com ele. Àquele que agora o confessava, interrogou sobre seu amor, e lhe confiou suas ovelhas.

Mas, o que Pedro dava a Cristo, pelo fato de amar a Cristo? Se Cristo te ama, o proveito é teu, não de Cristo. Se amas a Cristo, é ainda para proveito teu, não de Cristo. Entretanto, o Senhor, querendo mostrar como os homens devem provar que o amam, manifesta-o claramente, mencionando suas ovelhas: Tu me amas? – Eu te amo. Cuida das minhas ovelhas (Jo 21, 16.17). Perguntou uma, duas, três vezes. Pedro nada lhe respondeu a não ser que o amava. O Senhor nada lhe perguntou a não ser se ele o amava. Cristo não confia a Pedro coisa alguma senão o pastoreio de suas ovelhas. Amemo-nos, e estaremos amando a Cristo...”
Sermo Guelferbytanus 16, 1-2 (Patrologiæ Latinæ Supplementum 2, 579-580)

http://www.osb.org.br/lectio_22abril07.html

No sermão acima vemos mais uma ótima explicação a respeito do tema. Santo Agostinho diz :

“...Cristo não confia a Pedro coisa alguma senão o pastoreio de suas ovelhas. Amemo-nos, e estaremos amando a Cristo...”.

Com isso vemos explicitamente a opinião do Santo Bispo a respeito da missão dada a Pedro de apascentar as ovelhas, ora Cristo não tinha ovelhas, ou seja, é dado a Pedro a missão de ser a Pedra.

E em diversos sermões podemos ver a opinião de Santo Agostinho sobre o Primado e o poder concedido sobre Pedro e conseqüentemente sobre a Igreja através da sucessão apostólica, por isso Santo Agostinho afirmava que A Igreja era a Esposa de Cristo:


“...Traje de festa recebe-se em honra da união do esposo e da esposa. Conheceis o esposo: é Cristo. Conheceis a esposa: é a Igreja. Honrai a esposa, honrai o esposo. Se os honrardes dignamente, sereis seus filhos. Portanto, procurai crescer no amor.” Sermo 90, 1.5.6(Patrologia Latina 38, 559.561.563)

http://www.osb.org.br/lectio_09outubro.html

Como ele poderia negar o poder dado a Igreja? Se para Santo Agostinho a Igreja é a Barca que transporta os discípulos:

"A barca que transporta os discípulos, isto é, a Igreja, navega, e a tempestade das provações a tomam de assalto. O vento contrário, ou seja, o demônio que faz oposição à Igreja, não se acalma, esforçando-se por impedi-la de chegar ao repouso do porto. Grande é, porém, aquele que intercede por nós. Com efeito, durante a tumultuosa navegação em que nos debatemos, ele nos inspira confiança, vem a nós e nos reconforta, a fim de que, sacudidos pela barca, não nos deixemos abater e não nos lancemos ao mar.

Porque, mesmo se a barca é sacudida pelas ondas, é apesar de tudo uma barca, e somente esta barca transporta os discípulos e acolhe Cristo. Ela corre um grande risco no mar, mas, fora dela, imediatamente perecemos.

Conserva-te, pois, na barca e clama por Deus. Todos os conselhos podem falhar, o leme pode tornar-se insuficiente, as velas abertas mais perigosas que úteis – quando todos os socorros humanos falharem, só resta aos marinheiros rezar e elevar a Deus seus corações.

Aquele que concede aos navegantes a graça de chegar ao porto, iria acaso abandonar a sua Igreja, em vez de reconduzi-la ao repouso?"Sermo 75
(Patrologia Latina 38, 475-476)

http://www.osb.org.br/lectio_25junho06.html

No sermão acima Santo Agostinho trata a Igreja como “A barca” uma alusão a “barca de Pedro” e diz que o vento contrário a Igreja é o demônio e é este que vem atacando a barca, sempre tentado derrubá-la com mentiras e calúnias e no final o Santo fala “Conserva-te, pois, na barca...”. Mostrando-nos o caminho para escaparmos da “tempestade” , pois quem está fora da barca não se salva.

Diante te todos os argumentos ainda pode vir um protestante alegar que o Santo negou o primado na obra “Retratações” esta que ele escreveu ao fim da vida, mas o que podemos perceber é que o Santo, não nega suas antigas afirmações de que Pedro é a Pedra, mas afirma que a Pedra era a fé de Pedro e que esta é uma questão em que o leitor deve decidir (vide trecho em vermelho no início do artigo), portanto ele aceita o primado na própria obra “Retratações”.

“...Santo Agostinho, de fato, propagou durante sua vida as duas interpretações citadas pelo protestante sobre o Primado de Pedro: a de que a pedra é a confissão de Pedro, e a de que a pedra é o próprio Pedro."

E, de fato, nas Retractationes, o santo apontou as duas interpretações como sendo possíveis.

Até aqui o protestante copiou bem.

Mas faltou terminar de copiar... pois Santo Agostinho, depois de mostrar as duas fórmulas, termina com a seguinte frase... esquecida... pelo protestante:




"Que o leitor escolha das duas interpretações aquela que lhe pareça a mais provável" (Que le lecteur choisisse de ces deux interprétations celle qui lui semblera la plus probable.)
.

http://www.abbaye-saint-benoit.ch/saints/augustin/retractationes/index.htm#_Toc524190814

Note bem o que escreveu o santo: escolha o leitor – das duas interpretações – a que parecer mais provável! Ou seja: Santo Agostinho reconhece sua incapacidade em interpretar uma passagem bíblica, e propõe a seus leitores que escolham a que lhes pareça mais provável!

"... O que faz o protestante? Recorta o trecho indesejado! Apresenta as duas interpretações – insinuando que a segunda é que vale – e recorta estrategicamente a conclusão do santo, o trecho que esclarece a questão...” (Comentário de Marcos Libório- Ass. Cultural Montfort)

Jefferson

E pra finalizar ficaremos com a célebre frase de Santo Agostinho que desmorona qualquer tentativa protestante que queira alegar que ele era contra o Primado...



IV - ROMA LOCUTA CAUSA FINITA EST

“Roma falou, encerrada a questão" (Santo Agostinho Sermão 131,10).

Diante de tudo que foi exposto temos evidencias suficientes para acreditar não só que Santo Agostinho cria no Primado de Pedro, mas que este também era um árduo defensor do Papado.

Vemos assim o argumento protestante ir por água abaixo mais uma vez...


"Devemos, sobretudo, reter na memória aqueles textos mais decisivos no combate aos hereges, cujas ciladas não cessam de armar contra os que são mais fracos ou mais negligentes" Santo Agostinho-In I Epistolam Ioannis, Tractatus 2, 1 (Sources Chrétiennes 75, 151-152)


E novamente desmascaramos os mentirosos sites protestantes e vemos que o protestantismo em si foi erguido em cima de mentiras e mais mentiras.

Por Jefferson Nóbrega
Roma Locuta Causa Finita Est
Sancte Michael Archangele, Defende nos in praelio
Ut inimicos Santae Ecclessiae humiliari digneris, te rogamus, audi nos!

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sexta-feira, 12 de março de 2010

IMAGENS - 783 - INICIAM A VENERAÇÃO DE IMAGENS (IDOLATRIA)

783 – INICIAM A VENERAÇÃO DE IMAGENS (IDOLATRIA)



I - A MENTIRA



783 – INICIAM A VENERAÇÃO DE IMAGENS (IDOLATRIA)


II – ONDE ELA SE ENCONTRA


1. UNÇÃO SEM LIMITES: A igreja antes e depois do Século IV
http://uncaosemlimites.blogspot.com/2009/07/igreja-antes-e-depois-do-seculo-iv.html

2. AMIZADE GOSPEL - Uma Amizade do Céu
http://www.amizadegospel.com.br/conhecimento/arquivo.php?cod=319

3. Jesus disse:"Ninguém vem ao Pai senão por mim", por que então ...
http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20090327072733AA883Bw

4. A História de Messias - Resultado da Pesquisa de livros do Google
http://books.google.pt/books?id=rBakgTrRuLcC&pg=PA113&lpg=PA113&dq=%22783+%E2%80%93+INICIAM+A+VENERA%C3%87%C3%83O+DE+IMAGENS%22&source=bl&ots=MXZThV-04R&sig=VNCrY5-34dVkQS___GJVg2S_SGk&hl=pt-BR&ei=xpyaS9GTNo6suAexnsGPDg&sa=X&oi=book_result&ct=result&resnum=6&ved=0CBAQ6AEwBQ

5. Seitas e Heresias
http://www.scribd.com/doc/7170637/Seitas-e-Heresias

6. Portal Nova Dimensão - O Natal é Cristão?
http://www.portalnovadimensao.com.br/estudosbiblicos/036.php

7. Igreja Evangélica Unção e Poder, Jesus Cristo é o Senhor ontem ...
http://www.uncaoepoder.com.br/portal/index.php?option=com_content&task=view&id=188&Itemid=147

8. Documentário do Vaticano
http://francymedia.site90.net/livros/diversos/documentario_vaticano.pdf

9. FILOSOFIA, TEOLOGIA E CIÊNCIAS DA RELIGIÃO EM FOCO: CRISTIANISMO
http://evangelistamariano.blogspot.com/2009/12/cristianismo.html

10. Assuntos Biblicos: As Raízes Malignas do Catolicismo - Parte 1
http://assuntos-biblicos.blogspot.com/2009/10/as-raizes-malignas-do-catolicismo-parte_30.html

11. Categorias
http://www.gloog.com.br/answer/search.html?userId=astua4fiaa


III - A VERDADE




Provas bíblicas

O que Deus na realidade proibiu foi fazer ídolos e prestar-lhes culto de adoração. Tanto é verdade que, tanto em Êxodo 20,4, quanto em Deuteronômio 5,8 a palavra empregada em hebraico é FESEL que, traduzida para o grego é EIDOLON e no português ÍDOLO.

Com efeito, não é possível imaginarmos Deus perfeitíssimo ordenar algo que há pouco havia proibido. Ora, se ele ordenou que se fizessem imagens era porque forçosamente ele as achava necessárias, úteis e benéficas. E não somente isso. Vemos na Bíblia que Deus operava milagre através delas e dava suas ordens dentre as imagens de dois santos (os anjos são santos); Quer mais? Ao aprovar o templo de Salomão – que estava repleto delas, “por dentro e por fora” (Ezequiel 41,17) com sua glória, essas “figuras” também foram aprovadas. E ainda: Deus aceitou ser adorado pelo seu povo prostrado ante um objeto sagrado chama a “ARCA DA ALIANÇA” que, por sinal, tinha em seu tampo, fazendo parte integrante dela as imagens de dois anjos:

1 - Deus as mandou fazer (Êxodo 25,18; Números 21,8)

2 - Deus dá suas ordens ao povo falando do meio dos querubins de ouro (Êxodo 25,22);

3 - Deus operou milagres através delas (Números 21,9; Êxodo 25,22);

4 - Aprovou-as quando encheu o templo de Salomão (que estava repleto delas por dentro e por fora) (Números 21,9; 1 Reis 8, 10-11; Êxodo 25,22);

5 - Permitiu que seus amigos o adorassem prostrados à frente delas (Josué 7,6)



Provas Históricas

PRIMEIROS SÉCULOS - Desde os primeiros séculos os cristãos pintaram e esculpiram imagens de Jesus, de Nossa Senhora, dos Santos e dos Anjos, não para adorá-las, mas para venerá-las. As catacumbas e as igrejas de Roma, dos primeiros séculos, são testemunhas disso. Só para citar um exemplo, podemos mencionar aqui o fragmento de um afresco da catacumba de Priscila, em Roma, do início do século III. É a mais antiga imagem da Santíssima Virgem, uma das mais antigas da arte cristã, sobre o mistério da Encarnação do Verbo. Mostra a imagem de um homem que aponta para uma estrela situada acima da Virgem Maria com o Menino nos braços.

O Catecismo da Igreja traz uma cópia dessa imagem (Ed. de bolso, Ed. Loyola, pag.19). Este exemplo mostra que desde os primeiros séculos os cristãos já tinham o salutar costume de representar os mistérios da fé por imagens, em forma de ícones ou estátuas. É o caso de se perguntar, então: Será que foram eles "idólatras" por cultuarem essas imagens? É claro que não? Eles foram santos, mártires, derramaram, muitos deles, o sangue em testemunho da fé. Seria blasfêmia acusar os primeiros mártires da fé de idólatras. No século VIII, sob influência do judaísmo e do islamismo, surgiu um movimento herético que se pôs a combater o uso das imagens. Eram os iconoclastas.

O grande e principal defensor do uso das imagens na época foi o santo e doutor da Igreja S. João Damasceno (de Damasco), falecido em 749, o qual foi muito perseguido por se manter fiel e defensor dessa santa Tradição cristã. A fim de dirimir as dúvidas sobre a questão, o Papa Adriano I (772-795) convocou o II Concílio Ecumênico de Nicéia, que se realizou de 24/09 a 23/10/787. Assim se expressou o Concílio, resolvendo para sempre a questão: "Na trilha da doutrina divinamente inspirada dos nossos santos Padres, e da Tradição da Igreja Católica, que sabemos ser a tradição do Espírito Santo que habita nela, definimos com toda a certeza e acerto que as veneráveis e santas imagens, bem como a representação da cruz preciosa e vivificante, sejam elas pintadas, de mosaico ou de qualquer outra matéria apropriada, devem ser colocadas nas santas igrejas de Deus, sobre os utensílios e as vestes sacras, sobre paredes e em quadros, nas casas e nos caminhos, tanto a imagem de Nosso Senhor, Deus e Salvador, Jesus Cristo, quanto a de Nossa Senhora, a puríssima e santíssima mãe de Deus, dos santos anjos, de todos os santos e dos justos" (Catecismo da Igreja Católica, nº 1161).

Essas palavras, por serem de um Concílio da Igreja, são ensinamentos oficiais e infalíveis, e não podemos colocá-los em dúvida. O grande S. João Damasceno dizia: "A beleza e a cor das imagens estimulam a minha oração. É uma festa para meus olhos, tanto quanto o espetáculo do campo estimula meu coração a dar glória a Deus" (nº 1162). O nosso Catecismo explica que: "A imagem sacra, o ícone litúrgico, representa principalmente Cristo. Ela não pode representar o Deus invisível e incompreensível; é a encarnação do Filho de Deus que inaugurou uma nova "economia" das imagens" (1159). S. Tomás de Aquino (1225-1274) também defendia o uso das imagens, afirmando: "O culto da religião não se dirige às imagens em si como realidades, mas as considera em seu aspecto próprio de imagens que nos conduzem ao Deus encarnado.

Ora, o movimento que se dirige à imagem enquanto tal não termina nela, mas tende para a realidade da qual é imagem" (2131). Muitos querem incriminar a Igreja Católica, afirmando que ela desrespeita a ordem que Deus deu a Moisés: "não vos pervertais, fazendo para vós uma imagem esculpida em forma de ídolo..." (Dt 4,15-16). Os cristãos, desde os primeiros séculos, entenderam, sob a luz do Espírito Santo, que Deus nunca proibiu fazer imagens, e sim "ídolos", deuses, para adorar. O povo de Deus vivia na terra de Canaã, cercado de povos pagãos que adoravam ídolos em forma de imagens (Baals, Moloc, etc). Era isso que Deus proibia terminantemente. A prova de que Deus nunca proíbiu imagens, é que Ele próprio ordenou a Moisés que fabricasse imagens de dois Querubins e que também pintasse as suas imagens nas cortinas do Tabernáculo. Os querubins foram colocados sobre a Arca da Aliança. "Farás dois querubins de ouro; e os farás de ouro batido, nas duas extremidades da tampa, um de um lado e outro de outro... Terão esses querubins suas asas estendidas para o alto e protegerão com elas a tampa...” (Ex. 25,18s, Ex 37,7; 1 Rs. 6,23; 2 Cr. 3,10).

"Farás o tabernáculo com dez cortinas de linho fino retorcido, de púrpura violeta sobre as quais alguns querubins serão artisticamente bordados" (Ex. 26,1. 31). Que fique claro, de uma vez por todas, Deus nunca proibiu imagens, e sim, "fabricar imagens de deuses falsos" . O mesmo Deus mandou que, no deserto, Moisés fizesse uma imagem de uma serpente de bronze (Nm 21, 8-9), que prefigurava Jesus pregado na cruz (Jo 3,14). Também o rei Salomão, quando construiu o templo, mandou fazer querubins e outras imagens (I Rs 7,29). O culto que a Igreja Católica presta a Deus, e só a Deus, é um culto chamado "latria", isto é, de adoração. Aos anjos e santos é um culto chamado "dulia", de veneração. Maria, como Mãe de Deus recebe o culto de "hiper-dulia", super-veneração digamos, mas que está muito longe da adoração devida só a Deus.

São Pedro, ao terminar a segunda Carta falava do perigo daqueles que interpretavam erroneamente as Escrituras: "Nelas há algumas passagens difíceis de entender, cujo sentido os espíritos ignorantes ou pouco fortalecidos deturpam, para a sua própria ruína, como o fazem também com as demais Escrituras" (2 Pe 3,16). Infelizmente isto continua a acontecer com aqueles que querem dar uma interpretação individual à Palavra de Deus, sem autorização oficial da Igreja, levando multidões ao erro. Só a Igreja é a autêntica intérprete da Bíblia (cf.Dei Verbum,10), pois foi ela que, inspirada pelo Espírito do Senhor (Jo 16,12), a compôs. As imagens, sempre foram, em todos os tempos, um testemunho da fé. Para muitos que não sabiam ler, as belas imagens e esculturas foram como que o Evangelho pintado nas paredes ou reproduzido nas esculturas. E assim há de continuar a ser. É claro que o culto por excelência é prestado a Deus, mas isto não justifica que as imagens sejam retiradas das nossas igrejas. Ao contrário, elas nos lembram que aqueles que elas representam, chegaram à santidade por graça e obra do próprio Deus. Assim, as imagens, dão, antes de tudo, glória a Deus.

segunda-feira, 8 de março de 2010

CAIU A MÁSCARA DO DIABO!



Um “crente” apavorado,
foi fazendo alarido,
disse: “se os santos julgam,
nós “crente” ta é perdido! ........ (Mt 19,28),(1 Cor 6,2)
Nós esculhambamos eles
desde o dia de nascido”.

Jesus disse: “é bom que pagues,
pelo teu atrevimento.
Tu passeias com a bíblia,
mas não tem conhecimento.” .........(2Tm 3,7)
O diabo pegou o “crente”
e jogou buraco adentro.

Os da igreja Universal
prá serem salvos primeiro,
diziam pagarem dízimo
ao “bispo” Edir Macedo.
O “bispo” tirou a máscara
ficaram todos com medo,
pois o “bispo” era o diabo
o tempo todo em segredo.
(Versos de Fernando Nascimento - Cordel: JUÍZO FINAL)

domingo, 7 de março de 2010

IMAGENS - PERIGO DE VIRAR IDOLATRIA!

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Evangélico: - "... Oras , Deus mandou que fizessem imagens isto é certo , mas o problema é o que acontece depois... "
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Que coisa, heim?!!!

Tivera Deus tanta prudência quanto você, muitos males do mundo não existiriam...

Mas, pensando bem, isto acaba destacando ainda mais o quanto as imagens são benéficas, úteis e necessárias, pois, a despeito de todos os perigos que você apontou, mesmo assim,

- Deus as mandou fazer (Êxodo 25,18; Números 21,8);

- dava suas ordens ao povo falando do meio das imagens de dois santos (os anjos são santos - Êxodo 25,22);



- chegou a operar milagres através das imagens (Números 21,9; Êxodo 25,22);

- não obstante tantos perigos, também aprovou o templo de Salomão apesar de estar repleto de imagens "por dentro e por fora" (Números 21,9; 1 Reis 8, 10-11; Êxodo 25,22) e...

- num ato de "extrema imprudência" permitiu que seus amigos o adorassem prostrados à frente delas (Josué 7,6).