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segunda-feira, 8 de abril de 2013


O PAI ESPIRITUAL DOS REBELADOS: LUTERO, OU O DRAGÃO?

STEFANELO - Seu pai Lutero...

Pr. IVAN - Em primeiro lugar Lutero não  é  meu  pai. Talvez  seja  teu (e ele não  era apóstolo) - Em  segundo lugar  sei  muito bem que  a  Bíblia  nao existia (assim como  voce  não  existe  pois  é simplesmente  um fake). E  já  que  voce  é metido a sabe  tudo; eu  disse metido,  porque  não  respondeu  voce  mesmo às perguntas? Se  voce  não  tem  o  que  fazer meu  caro, pega  uma lavagem  de  roupas e para  de  encher  a  paciência dos  outros.



A expressão "PAI LUTERO" designa apenas que ele é o mentor das pessoas que o seguiram em sua rebelião contra a Igreja. Os seguidores desse movimento foram chamados de "Cristãos Reformados", "Protestantes", ou "Evangélicos". 


A unidade, porém, desse movimento durou pouco porque muitos de seus discípulos, como era de se esperar, passaram a interpretar livremente  a Bíblia, donde as muitíssimas divergências e consequentemente, o surgimento de outras sucessivas rebeliões de rebeliões.

Chamam-se, pois, filhos de Lutero, aqueles que aceitaram suas doutrinas ou que delas divergiram posteriormente. Os crentes que foram aparecendo na Suíça, Inglaterra, França, Alemanha, Estados Unidos, etc., sob a designação geral de "Protestantes", "Evangélicos", ou "Reformados" não têm como se esquivar de ser chamados "FILHOS DE LUTERO", da mesma forma que são chamados "FILHOS DE ABRAÃO" os israelitas, segundo a carne e os cristãos, segundo a fé,  conforme São Paulo:


Gal 3:7 - Sabei, pois, que os que são da fé são filhos de Abraão.


Os protestantes até podem alegar que Lutero não foi o primeiro rebelado e nisso têm razão. A Bíblia nô-lo apresenta: foi o grande Dragão, a antiga Serpente, o chamado Diabo, ou Satanás (Ap 12,9). Lutero, do qual originou-se a grande rebelião protestante, costumava entreter-se com o espírito das trevas aceitando que, muito do que lhe explicava, ele tinha razão, motivo pelo qual, não raro, lhe ouvia os conselhos. 

Portanto, os evangélicos dispõem de uma outra alternativa. 

Clique na figura abaixo:










domingo, 7 de abril de 2013


AS ALMAS DOS MAUS SERÃO ANIQUILADAS?

Em defesa do aniquilamento da alma



AZENILTO BRITO - Por que Moisés, no relato da criação do homem, não deixa a mínima pista de uma “alma imortal” como componente essencial da vida humana, exclusivo de sua existência, na criação? Obs.: Seria a ocasião de Moisés tratar do assunto, já que oferece tantos detalhes dos atos divinos na obra da Criação em geral, e do homem, em particular


Tela de Dieric Bouts (1420-1475,
pintor holandês).

A revelação sobre Deus e sobre o homem se deu de forma progressiva, portanto não há como esperar que ela venha toda e por completo já desde o princípio. Ela somente é considerada completa, embora muitas vezes de forma implícita, com a morte do último apóstolo. 

Porventura crê que já nos tempos do patriarca Abraão existia um sacerdócio organizado como dá entender o episódio da oferta de Abraão ao "Altíssimo" cujo sacerdote era Melquisedeque (Gn 14,17 e ss)? 

Claro que não! 

Isso se deu muito tempo depois com Moisés. 

Naquele tempo o "Deus de Abraão" não passava de um deus particular dentre os muitos que "existiam" na Mesopotâmia. O chamado "Deus Altíssimo" era uma divindade principal do panteão fenício chamado de "El Elyon", - que significa "o  Altíssimo" - (Nota "v" da Bíblia de Jerusalém - Gn 14, 18).

Observe a gradação: 


1. Deus de Abraão - um deus como os demais; 

2. Deus dos deuses - um deus superior tal como Júpiter, ou Zeus; 

3. "Aquele que é" (Aquele que efetivamente existe); 

4. O Verbo de Deus, Jesus Cristo; 

5. O Espírito Santo. 

A revelação, muitas vezes se encontra de forma implícita, cabendo à Igreja, a única que recebeu autoridade para explicitá-la, como mestra enviada às nações:

"Mas Jesus, aproximando-se, lhes disse: Toda autoridade me foi dada no céu e na terra. Ide, pois, e ensinai a todas as nações; batizai-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Ensinai-as a observar tudo o que vos prescrevi. Eis que estou convosco todos os dias, até o fim do mundo" (Mt 28, 17-20) 


Sobre a mortalidade da alma achei genial esta pergunta: "... por que Jesus diz que para Judas era melhor não ter nascido?" (Mc 14,21). Por que melhor não ter nascido, se, segundo os mortalistas, ele apenas voltará ao estado de inexistência? Voltar ao estado de inexistência de antes de nascer não tem diferença de nunca ter nascido".

Qual o pior: não ter nascido, ou ter nascido? Qual pior: Inexistência antes, ou inexistência depois desta vida? Para mim é a mesma coisa se fosse como querem os mortalistas, porém Jesus diz que a situação de Judas seria bem pior. Ele não seria aniquilado, mas haveria de receber o castigo eterno como diz o Evangelho.










sábado, 6 de abril de 2013



JESUS ERROU FEIO

Jesus errou?



(Anônimo) - Tantas e tantas coisas Jesus poderia ter feito em sua época para ajudar o povo a se santificar, a adorar mais a Deus.. E não fez, nem Ele, nem seus discípulos. Ele poderia ter feito...





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A ÚNICA REGRA DE FÉ
Jesus errou quando se esqueceu de deixar claro que a Bíblia era a ÚNICA REGRA DE FÉ;

- Jesus errou por não informar que sua obra haveria de ruir completamente logo depois do século I e que, não obstante, haveria de ressuscitar, com o seu máximo esplendor, a partir do século XVI pela iniciativa de um bêbado, glutão, polígamo, assassino, blasfemo, etc., USADO POR DEUS;

- Jesus errou quando desejou a unidade de seus seguidores quando o "certo" é a sua dispersão em milhões de seitas e micro-seitas, cada qual  com sua fé, seu batismo, e seu próprio pastor;

- Jesus errou quando ensinou que para sermos salvos deveríamos praticar o bem, ignorando que as boas obras são inúteis e nocivas; que tudo o que vem dos homens é pecado (Denifle-Paquier III-47); que os votos e a caridade AGRAVAM A MALDIÇÃO (Denifle-Paquier III-101) - ver: QUANDO SURGIU A DOUTRINA...

- Jesus errou por ensinar que devemos ganhar a amizade dos habitantes dos Tabernáculos Eternos mediante benefícios de nossa administração dos bens do Senhor, quando o "correto" é não termos NENHUM CONTATO COM OS MORTOS;

- Jesus errou quando aceitou a intercessão de sua mãe nas bodas de Caná, ignorando o fato de que SOMENTE ELE É O ÚNICO INTERCESSOR, tanto na terra como nos céus;

- Jesus errou gravemente quando declarou que o pão que tinha em suas mãos era seu corpo e que o vinho contido no cálice era seu sangue quando deveria ter dito que tais espécies apenas REPRESENTAVAM seu corpo e seu sangue;

- Ainda sobre a Bíblia: Jesus errou "esquecendo-se" de mandar seus discípulos, primeiro escrever o Novo Testamento, para depois enviá-los a ensinar por toda parte a observar tudo o que havia prescrito. Será que ele não sabia que a Igreja só pode ensinar o que ESTÁ ESCRITO NA BÍBLIA?;





- Cristo errou feio quando disse que deveríamos ouvir a Igreja sem deixar claro que  deveríamos obedecê-la somente quando, segundo o juízo de cada um, ela estivesse ensinando DE ACORDO COM AS ESCRITURAS SAGRADAS;

- Jesus errou quando disse: "A NINGUÉM CHAMEIS DE PAI", quando, na verdade, chamava a José de pai que sequer era seu pai (Lc 2,48);

- Jesus errou também quando, citando e decálogo, afirmava "HONRA TEU PAI E TUA MÃE" (Lc 18,20), enquanto ele mesmo, desonrava sua mãe chamando-a apenas de "mulher" recusando-lhe o sublime nome de "mãe".

ENFIM, JESUS COMETEU MUITÍSSIMOS ERROS, PORTANTO ELE NÃO PODE SER DEUS, SEQUER UM SEU PROFETA, POIS DEUS NÃO ERRA ASSIM COMO TAMBÉM SEUS ENVIADOS


   


 
 
 

sexta-feira, 5 de abril de 2013


O POR QUÊ DA BRONCA CONTRA FELICIANO

“O PT e Dilma abrem mão da comunidade evangélica nas próximas eleições”
Por que tanta pressão para que Marco Feliciano não continue na Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados? Discordar é um direito, porém não podemos ser contra alguém em tudo só porque não gostamos dessa pessoa.
Eu mesmo tenho divergências com Feliciano, mas não permito que as diferenças se sobreponham ao meu senso de justiça e caráter. E, por trás dessa perseguição que mobilizou a opinião pública e a imprensa, sei que existe um sórdido jogo político para esconder questões sérias.
(…)
Toda essa mobilização [contra Feliciano] tinha um motivo maior: desviar os holofotes do PT. Afinal, enquanto se discutia a posse de Feliciano na CDHM, dois deputados condenados pelo Supremo Tribunal Federal no julgamento do mensalão, João Paulo Cunha (PT-SP) e José Genoino (PT-SP), tornaram-se membros da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, a mais importante comissão da Câmara.
No currículo desses parlamentares do PT constam condenações por corrupção. Mas...

a imprensa se voltou apenas para o caso do deputado que fez declarações infelizes (…).
Independentemente de concordar ou não com as declarações de Feliciano, não posso esquecer que ele foi eleito pelo povo e que tem o direito de expressar a sua opinião, sendo resguardado pelo inciso IV, do artigo 5º da Constituição Federal. Mais do que isso, a Carta Magna lhe garante o direito à liberdade religiosa (incisos VI e VIII do mesmo artigo) (…)
Pergunto: se a oposição pode acusar os que discordam deles de homofóbicos e racistas, por que o povo evangélico não pode chamar essa perseguição de evangelicofobia? Dentro desse Estado democrático de direito, onde a maioria é cristã, a democracia só vale para a minoria? O fato é que os ativistas gays e seus defensores não suportam o debate. Pode-se falar mal do presidente da República, do Judiciário, dos católicos, dos evangélicos, mas, se criticarmos a prática homossexual, somos rotulados de homofóbicos.
O crime de opinião já foi extinto de nosso país com o fim da ditadura militar. (…) Diante dessas manifestações, só podemos chegar a uma conclusão: PT e Dilma Rousseff estão sinalizando que abrem mão da comunidade evangélica nas próximas eleições.
Por Reinaldo Azevedo




   


 
 
 

SÓ VALE O QUE ESTÁ NA BÍBLIA?

- BIBLIOLATRIA - 
SÓ VALE O QUE ESTÁ NA BÍBLIA? ENTÃO POR QUE ELA FALA O CONTRÁRIO?


... o consenso dos protestantes de nada vale, porque vai contra a palavra que está escrita na Bíblia, a qual afirma que se devem conservar as tradições e o que foi ensinado oralmente, sendo o que está escrito útil para ensinar, mas não suficiente.







Prova-se que é falsa a tese protestante de que "só se deve crer no que está na Bíblia", pois isso é negado pela Bíblia.

Quem afirma que só vale o que está na Bíblia, assume que a Bíblia seria a única fonte da revelação, porém, essa proposição é refutada no Evangelho. No final do Evangelho de São João nos é dito:


João 21,25 Há, porém, ainda muitas outras coisas que Jesus fez; e se cada uma das quais fosse escrita, cuido que nem ainda o mundo todo poderia conter os livros que se escrevessem. Amém.

Está na Bíblia que nem tudo o que Nosso Senhor fez foi posto na Bíblia. Ora, se algo que Cristo fez e não foi posto na Bíblia não deve ser acreditado, então não se tem fé em Cristo, mas só na Bíblia. Seque-se que estão colocando um livro no lugar do Cristo testemunhado pela Igreja; Isto é idolatria, é bibliolatria.

Bibliolatria


Nosso Senhor Jesus Cristo anunciou que o Espírito Santo completaria a instrução dos Apóstolos:


"Tenho ainda muitas coisas a dizer-vos, mas vós não as podeis compreender agora. Quando vier, porém, o Espírito de verdade, ele vos guiará no caminho da verdade integral, porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido e anunciar-vos-á as coisas que estão para vir" (Jo  16, 12-113).

Assim, o que Cristo ensinou e fez nos foi transmitido pela Tradição Apostólica numa época em que nem Bíblia havia.

Por isso, duas são as fontes da Revelação: a Sagrada Escritura e a Tradição (apostólica).

Também os Atos dos Apóstolos nos dizem que Cristo ensinou outras coisas mas que não foram postas nos livros sagrados, mas guardadas pela Tradição:


"Na primeira narração, ó Teófilo, falei de todas as coisas que Jesus começou a fazer e a ensinar até o dia em que, tendo dado as suas instruções por meio do Espírito Santo, foi arrebatado ao (céu); aos quais também se manifestou vivo, depois de sua paixão, com muitas provas, aparecendo-lhes por quarenta dias e falando do reino de Deus". (Atos 1, 1-3)

Ora, será que aquilo que Jesus fez e ensinou nesses quarenta dias não tem valor?

Falou, ensinou e fez Ele coisas inúteis?
As instruções que Ele deu e falou então aos Apóstolos sobre o Reino de Deus e a Igreja, não teriam nenhum valor?
É evidente que essas instruções e ensinamentos têm valor sim, porque provêm de Deus, apesar de não terem sido registrados na Sagrada Escritura. Eles nos foram guardadas pela Tradição Apostólica.

S. Paulo afirma que devemos seguir a tradição recebida dos apóstolos (2Ts 3,6): "Intimamo-vos, irmãos, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que eviteis a convivência de todo irmão que leve vida ociosa e contrária à tradição que de nós tendes recebido."
Mas.... os protestantes confundem tradição apostólica com tradição farisaica de rituais para assim acusar os católicos, contrariando a própria Bíblia que nega o princípio da "sola scriptura" protestante (levar em conta apenas o que foi escrito). São Paulo nega esse princípio protestante taxativamente:
"Permanecei, pois constantes, irmãos, e conservai as tradições que aprendesses, ou por nossas palavras ou por nossa carta" (2 Tess. 2, 14).
S. Paulo não diz nada sobre seguir apenas o que está escrito ou o que vier a ser escrito! E nem poderia, pois na época a escritura era apenas o AT, os livros sagrados do NT foram definidos pela Igreja Católica só no final do século 4 e a Bíblia impressa só surgiu depois do século 16!

Vê-se então como o consenso dos protestantes de nada vale, porque vai contra a palavra que está escrita na Bíblia, a qual afirma que se devem conservar as tradições e o que foi ensinado oralmente, sendo o que está escrito útil para ensinar, mas não suficiente.


Prova-se, portanto, que é falsa a tese protestante de que só se deve crer no que está na Bíblia, pois é negada pela própria Bíblia.


Podemos citar outros exemplos relevantes sobre práticas que não estavam registradas por escrito antes de serem praticadas, indicando que há práticas e ensinamentos adotados pelos Apóstolos que não foram registrados antes nas escrituras. Assim, por exemplo, a "imposição de mãos". Dela não se acha menção nos Evangelhos e, entretanto, os Apóstolos a praticaram. Teriam eles inventado tal costume? Claro que não! Cristo deve tê-los instruído a fazer a "imposição de mãos" (Atos 8, 14-17; e Heb 6, 1-2).

São Tiago -- embora os protestantes, seguindo Lutero, recusem essa epístola -- nos fala da unção sobre os enfermos: "Está entre vós algum enfermo? Chame os presbíteros da Igreja, e [esses] façam oração sobre ele, ungindo-o com óleo em nome do Senhor; a oração da Fé salvará o enfermo e o Senhor o aliviará; se estiver com pecados, ser-lhe-ão perdoados" (S. Tiago 5, 15). Também a "unção dos enfermos" não aparece nos evangelhos ou nas escrituras antes da epístola de S. Tiago. Então por que Tiago descreve esse procedimento? Quem o instruiu a fazer isso?

Ora, nem a imposição de mãos (Sacramento da Confirmação), nem a unção dos enfermos (Sacramento da Extrema Unção) poderiam transmitir a graça, se não tivessem sido instituídos pelo próprio Cristo.

 Cristo legou aos Apóstolos um conjunto de verdades reveladas e de sacramentos instituídos por Ele mesmo que formam o "Depósito da Fé" e que deve ser guardado:
"Ó Timóteo, guarda o depósito (da Fé), evitando as novidades profanas de palavras e as contradições de uma ciência de falso nome, professando a qual alguns se desviaram da Fé" (1Tm 6,20).


E notem que S. Paulo instruía a Timóteo, visando a uma comunidade cristã local da época especificamente para que assim fosse evangelizada corretamente e não como gostam tanto de fazer os protestantes que pegam passagens da Bíblia para aplicá-las ou a eles mesmos indevidamente ou para acusar o catolicismo nos tempos atuais, tirando a passagem totalmente de seu contexto.

Concluindo: a Bíblia não é a única fonte da Revelação e quem substitui a Igreja, mãe da Bíblia, pela Bíblia, corre o sério risco de entender errado, ensinar errado e praticar bibliolatria.

Se eu dependesse apenas do protestantismo, jamais seria cristão, pois não poderia professar uma fé irracional.

Sou cristão graças à Igreja Católica Apostólica, cuja autoridade recebida de Cristo me garante ser a Bíblia palavra de Deus e a explica. A Bíblia comprova o que a Igreja ensina, nunca foi o contrário.

Claudio Maria