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sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

JESUÍTAS - "ASTUCIOSOS E HIPÓCRITAS"

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Jesuítas = “astuciosos e hipócritas”?

Fernando Nascimento

Segundo o pastor Lauro de Barros Campos em seu calunioso livro “O Estado do Vaticano”, os bons dicionários identificam os jesuítas como “astuciosos e hipócritas”.

PURA CALÚNIA! Caro leitor, pegue seu "bom dicionário" para desmascararmos mais uma vez esse aleivoso pastor: Note que ele convenientemente escolheu o “termo figurado depreciativo” do seu dicionário que não é tão bom. O significado de Jesuíta em qualquer bom dicionário consta: Jesuíta = ESPERTO, ATILADO, e “atilado” traduz-se por escrupuloso, correto, discreto, prudente, ..., encerrando assim o embuste do pastor.

Vocês sabiam, por exemplo, que os Jesuítas – a Companhia de Jesus – foram tão exímios nas ciências que, neste exato momento, 35 crateras lunares têm o nome de cientistas jesuítas? Sabiam que 1 entre cada 20 dos maiores matemáticos da História fazia parte da Companhia de Jesus? Ou que os Jesuítas ajudaram a fundar e se tornaram os maiores praticantes do estudo de terremotos, a Sismologia?



Baltazar Gracián, um exemplo da genialidade jesuíta

Seus livros impressionaram e inspiraram filósofos, escritores e pensadores ao longo de mais de trezentos e cinqüenta anos. Seu autor, o jesuíta espanhol: Baltasar Gracián.

Nietzsche, Schopenhauer, Voltaire e Lacan, foram leitores entusiasmados dos livros deste jesuíta.
Seu livro de estréia “El Hérce”, ganhou tradução para o francês já em 1645.

Na Alemanha, o filósofo Arthur Schopenhauer, em parte por insistência de Goethe, traduziu parcialmente “El Criticón”, que considerava “um dos melhores livros do mundo”, e um pouco depois o “Oráculo Manual y Arte de Prudencia”. Entusiasmado afirmou: “ meu escritor preferido é o filósofo Gracián. Li todas as suas obras.”

Friedrich Nietzsche declarou sobre a obra de Gracián:

“A Europa nunca produziu nada mais refinado em questão de sutileza moral.”

“Absolutamente único ... um livro para uso constante ... Um companheiro na vida. Estas máximas são especialmente adequadas àqueles que desejam prosperar no grande mundo”.

Na França, foi lido por moralista como Rochefoucauld e citado elogiosamente na correspondência de Voltaire.

Termino esta refutação com a célebre frase de Gracián, que cabe aos que se acham “sábios” como o pastor Lauro Barros Campos:

“Tolos são todos os que parecem tolos, e metade daqueles que não parecem.” (Baltasar Gracián).

Minhas citações sobre Baltasar Gracián, foram extraídas do prefácio do Livro “A Arte da Sabedoria”, Baltasar Gracián, Edição completa, Editora Best Seller.

domingo, 5 de dezembro de 2010

FILIAÇÃO SATÂNICA E FILIAÇÃO DIVINA

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"Vós tendes como pai o demônio... pai da mentira" (Jo 8,44)

A - A filiação satânica dos rebelados se manifesta pela enorme quantidade de mentiras encontradas em sites protestantes. VER:


ÍNDICE DAS MENTIRAS PROTESTANTES:

http://mentiras-evanglicas-e-outras.blogspot.com/2007/07/ndice-das-mentiras-encontradas-nos_30.html

B - A filiação divina dos católicos se manifesta pela ausência de mentiras em seus sites. VER A COMUNIDADE:

MENTIRAS EM SITES RELIGIOSOS

http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=30891250

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ALGUMAS MENTIRAS ENCONTRADAS EM SITES EVANGÉLICOS

Por que não há mentiras em sites católicos?

Se você consultar os sites católicos não irá conseguir apontar uma única mentira (ATENÇÃO: - não se deve considerar MENTIRA questões de doutrinas derivadas de divergências de interpretações, de opiniões pessoais, visões, experiências íntimas com Deus ou outras coisas de difícil demonstração INCLUINDO uma matéria publicada por engano que tratava de uma falsa conversão do pastor que chutou a santa, manifesto de Dresden etc.).

No entanto, nos sites protestantes a coisa fica pretíssima.

Veja aqui algumas das muitíssimas maxambetas encontradas nos sites protestantes:

1 - A falsificação de uma carta, perpretrada pelo Pastor Aníbal Pereira dos Reis, atribuída ao cardeal Agnelo Rossi, publicada e desmentida, por força de lei, num mesmo jornal da Igreja Batista.

2 - Depoimento inventado de uma inexistente ex-freira chamada Charlotte Weills cheio de incoerências e com toda característica que a classifica como história da carochinha.

3 - Invenção do conto de um aquário esvaziado que continha o esqueleto de 6000 bebês contado por Stº Ulrico relativo ao reinado de Gregório VII - cheio de incoerências.

4 - Todas as mentiras do semi-analfabeto pastor da Assembléia de Deus Raimundo Correia que se diz ex-padre.

5 - Publicação mentirosa de um falso JURAMENTO DOS JESUÍTAS que não passa de fantasia contida em um romance de Charles Didier.

6 - As mentiras do ex-padre Chinigui, expulso da Igreja Católica por comportamento reprovável;
7 - As mentiras de ALBERTO RIVERA que se dizia ex-jesuíta mas que nunca pisou num seminário.

8 - A falsa declaração atribuída a três dos mais sábio bispos de Roma feita pelo protestante P.P. Verdério.

9 - As diversas listas das "heresias" da Igreja Católica completamente desmentidas por documentos históricos.

10 - Muitíssimas outras mentiras relativas a papas

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sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

SÁBADO - LEI MORAL E LEI CERIMONIAL

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Alexander Hislop, um ministro protestante escocês, em 1858 escreveu o fantasioso livro chamado "A Duas Babilônias”, e criou e incitou nele o ódio ao Natal, ainda hoje propalado por alguns protestantes. Para isso ele criou a seguinte inverdade, referido-se aos pagãos babilônicos:

“O rei deles, Nimrod, nasceu em 25 de dezembro; faziam decorações em árvores de natal e comungavam hóstias em sua honra, como deus-Sol.” Assim se esforçou o articulista, para lançar ódio ao Natal é à Igreja.

Outro pastor, Ralph Woodrow, também escritor protestante, reconheceu as acusações infundadas e retirou das livrarias e substituiu seu livro, que se baseava nas calúnias de Alexander Hislop, e ainda alertou:

“É impressionante como ensinamentos infundados como esses circulam e se tornam críveis. Qualquer pessoa pode ir a qualquer biblioteca e consultar qualquer livro sobre a história antiga da Babilônia: nenhuma destas coisas poderá ser encontrada. Essas afirmações não possuem fundamento histórico; ao contrário, são baseadas em um monte de peças de quebra-cabeças sobre mitologia juntadas arbitrariamente”.

Baseados na inverdade de Hislop, outros forjaram outras lendas contra o Natal e a Igreja, mas, vencidos pelo esplendor da verdade que ostenta a Igreja Católica, fundada por Jesus Cristo, a Assembléia de Deus passou a fazer seu “culto de Natal”, na noite de 25 de dezembro, em frente ao quartel do Derby, no Recife, logo em seguida à milenar Missa do Galo, que celebra a simbólica data de nascimento do Senhor.

Na igreja Batista, em frente a Faculdade Humana, em Olinda, há concurso de “cantatas de Natal”, e os americanos protestantes, assam peru, cantam “Jingle Bell” e trocam presentes em frente a árvore de Natal. Natal de Jesus. Viva Jesus Cristo, Viva a Eucaristia, Viva a Igreja católica.












Os luteranos também comemoram:

http://www.portal-luterano.org.br/sp/ccf/musical/sobreonatal.htm

Depois que publicamos nossos artigos anteriores (parte I e parte II) sobre a questão do Dia do Senhor, muitos amados irmãos adventistas nos enviaram mensagens, ora procurando mais esclarecimento sobre as questões, ora procurando defender a tese sabatista da guarda do Sábado. Desta forma, a motivação deste terceiro opúsculo sobre o tema é colocar mais luz sobre este assunto, procurando esclarecer suas objeções.

A Carta de São Paulo ao Colossenses

O grande espinho (cf. Pr 26,9) que se encontra na boca dos sabatistas está nos seguintes versículos da carta de São Paulo aos colossenses:


"Ninguém, pois, vos critique por causa de comida ou bebida, ou espécies de festas ou de luas novas ou de sábados. Tudo isto não é mais que sombra do que devia vir. A realidade é Cristo" (Cl 2,16-17).

Os sabatistas alegam São Paulo ao usar a palavra "sábados" não está se referindo ao sétimo dia, mas aos "sábados cerimoniais". Como já dissemos em nosso trabalho anterior, São Paulo escreveu esta carta no grego, onde a palavra" sábados" corresponde a "sabbaton".

Excluindo a carta de São Paulo aos colossenses, a palavra grega "sabbaton" parece no NT 67 vezes e em 61 versículos.

Nestas 67 vezes ela possui apenas dois significados:

1) Em 9 delas a palavra significa "semana", como por exemplo, em Mt 28,1. A expressão "primeiro dia da semana" é escrita em grego como "mia sabbaton". No grego toda vez que "sabbaton" é precedida de um numeral ordinal, ela tem o significado de semana;

2) Em TODAS as 58 vezes, "sabbaton" significa o sétimo dia, isto é, o dia de descanso (cf. Mt 12,1; Mc 1,21; Lc 4,16; Jo 5,9; At 1,12).

Na Carta de São Paulo aos Colossenses "sabbaton" se enquadra no segundo caso, isto é, significa o sétimo dia da semana, o sábado semanal.

Ora, se em 58 referências a palavra "sabbaton" refere-se à observância do sábado semanal, por que em Cl 2,16 não?

A teologia sabatista simplesmente fere todas as regras de exegese e hermenêutica bíblicas em favor de um argumento teológico. Isto é distorcer as Escrituras.

Os chamados "sábados cerimoniais" eram os dias de festa ("heorte", as comemorações mensais) e as luas novas ("noumenia", as comemorações anuais).
"Sabbaton" não tem nada haver com tudo isto, e nem com os sacrifícios no Templo, mas com o dia de Sábado, o dia semanal, o dia de descanso.

Ora, se São Paulo não está se referindo à observância do sétimo dia, por que, então, relacionou "sabbaton" à lista das observâncias judaicas que deveriam ser esquecidas pelos Cristãos?

Mas qual é o argumento teológico ao qual os sabatistas tanto se prendem para aplicar à palavra "sabbaton" de Cl 2,16 um sentido que ela não tem?

A suposta divisão da Lei mosaica em lei cerimonial e lei moral

Os sabatistas dividiram a Antiga Lei dos Judeus em duas: cerimonial e moral. A lei moral foi proferida por Deus, escrita pelo dedo Deus em tábuas de pedra e colocada dentro da Arca da Aliança; por isso deverá permanecer firme para sempre, não foi destruída por Cristo na Cruz. Ainda, segundo eles, a lei cerimonial foi ditada por Moisés, escrita por Moisés num livro, nada aperfeiçoou, foi posta ao lado da Arca; por isso é revogável, foi cravada na cruz.

Eles se referem aos Dez Mandamentos como lei moral e ao restante como lei cerimonial.

A resistência deles quanto ao ensino de Paulo em Cl 2,16, deve-se ao fato de acreditarem que nenhuma letra dos dez mandamentos foi revogada por Cristo

Não negamos que em todas as observâncias divinas existe uma Lei Moral, que tem seu núcleo nos Dez Mandamentos. O problema apresentado pela teologia sabatista é que esta faz uma divisão arbitrária da letra, como se não houvesse moral nos ensinamentos mosaicos ou dos profetas.

Todo cerne desta questão se deve a duas coisas:

1) a falsa distinção entre as observâncias divinas: decálogo, lei mosaica e os profetas;

2) a verdadeira distinção entre a letra e o espírito destas observâncias.

Sobre o primeiro item, dizemos que todas as observâncias judaicas foram dadas por Deus, e por isso, todas elas foram recebidas com igual reverência, como um único conjunto coeso. Isso é testificado no Êxodo: "O Senhor disse a Moisés: 'Sobe para mim no monte. Ficarás ali para que eu te dê as tábuas de pedra [10 mandamentos], a lei [Torah escrita] e as ordenações [Torah oral] que escrevi para sua instrução'" (Ex 24,12).

A distinção que os sabatistas forçam entre o Decálogo (os Dez Mandamentos) e a Torah (Lei de Moisés), não é fruto do pensamento judaico comum:

"O Talmude, a propósito de um ponto em discussão, lembra: 'A lei mandava recitar todos os dias os dez mandamentos. Por que não os recitam mais, hoje? Por causa das maledicências dos minim [os dissidentes]; para que estes não possam dizer: 'Estes somente foram dados a Moisés, no Sinal' (Talmud Jer. Berakot 1 ,3c). Segundo estes minim, Deus só pronunciou os dez mandamentos (Dt 5,22); as outras leis são atribuídas a Moisés. A recitação diária do decálogo, na oração comunitária, favorecia indiretamente esta idéia de que provocava certo desprezo pelas outras leis. A fim de evitar este mal-estar,o judaísmo ortodoxo - talvez nos círculos de Iabne [ou Jâmnia], no fim do século 1 d.C. -suprimiu do serviço sinagogal cotidiano a recitação do decálogo" (LOPES, 1995).

Conforme lemos, a distinção proposta pelos sabatistas foi condenada pelos próprios judeus. Mas os sabatistas ensinam que Jesus revogou a lei na cruz, porque esta estava fora da Arca da Aliança.

Note que quando o jovem rico perguntou a Cristo "Mestre, qual é o grande mandamento na lei?" (Mt 22,36), Jesus não lhe perguntou: "qual lei" A moral ou cerimonial?; tão pouco lhe disse: "você está falando dos Dez mandamentos ou da Lei de Moisés ou dos Profetas?".

Ao contrário, o Evangelista nos relata que "Respondeu Jesus: Amarás o Senhor teu Deus de todo teu coração, de toda tua alma e de todo teu espírito. Este é o maior e o primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás teu próximo como a ti mesmo. Nesses dois mandamentos se resumem toda a lei e os profetas" (Mt 22,37-40).

Ora, foi o próprio Cristo que resumiu todo o ensinamento do AT nas palavras acima. Perceberam isso? Toda a lei e os profetas, o Senhor resumiu em duas grandes ordenanças. A primeira delas encontramos no Deuteronômio: "Amarás, pois, o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças" (Dt 6,5). A segunda está no Levítico: "Não te vingarás nem guardarás ira contra os filhos do teu povo: mas amarás o teu próximo como a ti mesmo. Eu sou o Senhor" (Lv 19,18).

Com efeito, estas duas ordenanças fazem parte do Livro que foi colocado do lado de fora da Arca da Aliança: "Tomai este livro da lei, e ponde-o ao lado da arca da aliança do SENHOR vosso Deus, para que ali esteja por testemunha contra ti" (Dt 31.26). Entretanto, se a tese dos sabatistas estivesse correta, Jesus ao responder ao jovem rico, escolheria dois itens do decálogo e não da Lei Mosaica; ou ainda; poderia dizer ao Jovem que o que importava eram os Dez Mandamentos porque estavam dentro da Arca.

O próprio Cristo ensinou que não veio revogar a lei ou os profetas (cf. Mt 5,17-18). Com efeito, nos capítulos 5 a 7 do Evangelho segundo São Mateus, encontramos a catequese do Senhor sobre a Lei, isto é, o que a Lei realmente ensina. Aí, o Senhor, restaura o verdadeiro sentido de todas as observâncias dadas no AT. Esta sim é a verdadeira Lei Moral, que na belíssima exposição do Senhor se resume nos dois grandes mandamentos recomendados ao jovem rico (cf. Mt 22,37-40).

É esta Lei Moral que não foi revogada na Cruz, que possui seu núcleo no Decálogo, não na letra, mas no que Deus queria por ele ensinar. Conforme lemos no Êxodo: "O Senhor disse a Moisés: 'Escreve estas palavras, pois são elas a base da aliança que faço contigo e com Israel'. Moisés ficou junto do Senhor quarenta dias e quarenta noites, sem comer pão nem beber água. E o Senhor escreveu nas tábuas o texto da aliança, as dez palavras" (Ex 34,27-28)

Sendo a Arca o símbolo do Acordo de Deus e Seu Povo, e o Decálogo o núcleo de todo o ensinamento moral que Deus queria transmitir aos judeus, quis o Senhor que as tábuas com "as dez palavras" fossem postas dentro da Arca da Aliança, simbolizando assim a alma do pacto dentre o Senhor e Seu povo: o amor a Deus e ao nosso semelhante (cf. Mt 5,17-18).

O que Jesus revogou na Cruz?

Os sabatistas adoram dizer para nós que observamos o Domingo: "Onde Jesus diz que mudará o Sábado para o Domingo? Onde Ele autorizou tal mudança?". Aí eu respondo: "no mesmo lugar onde Ele diz que revogará a Lei de Moisés".

Nossos contendores dizem que o Decálogo é irrevogável pelas razões que já apresentamos - e por isso o Sábado é irrevogável. Ora, ordenanças como os sacrifícios do Templo, as observâncias dos dias de festa e luas novas e o Grande Dia da Expiação, por exemplo, foram dadas pelo próprio Deus como irrevogáveis (cf. Lv 23,14; Lv 16,29-34; Ez 46,14; 2Cr 2,4). Então por que os sabatistas não as observam?

Com efeito, o Profeta Isaías testemunha que toda Lei é irrevogável: "A terra foi profanada por seus habitantes, porque transgrediram as leis, violaram as regras e romperam a aliança eterna" (Is 24,5).

Antes que alguém se confunda, achando que estamos defendendo para os nossos dias, a observância da Lei de Moisés, a questão será esclarecida pelas palavras de São Paulo:

"Não há dúvida de que vós sois uma carta de Cristo, redigida por nosso ministério e escrita, não com tinta, mas com o Espírito de Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas em tábuas de carne, isto é, em vossos corações" (2 Cor 3,3) (grifos meus).

Aqui São Paulo ensina que a lei que os fiéis trazem em seu coração é mais excelente que a lei que foi escrita em "tábuas de pedra". Ora, que lei mais excelente é esta? É o Santo Evangelho pregado pelos apóstolos ("sois uma carta de Cristo, redigida por nosso ministério") confirmado pela ação do Espírito Santo ("escrita, não com tinta, mas com o Espírito de Deus vivo"). Não é este um belo ensino para os guardadores das tábuas de pedra?

Então São Paulo continua:

"Tal é a convicção que temos em Deus por Cristo. Não que sejamos capazes por nós mesmos de ter algum pensamento, como de nós mesmos. Nossa capacidade vem de Deus. Ele é que nos fez aptos para ser ministros da Nova Aliança, não a da letra, e sim a do Espírito. Porque a letra mata, mas o Espírito vivifica" (2 Cor 3,4-6)

Percebam, amados no Senhor, que o que foi revogado na Cruz foi a letra da Lei e não o seu espírito, isto é, o que a Lei queria ensinar. Por isso Jesus, disse que não veio revogar a Lei, mas dar-lhe seu fiel cumprimento (cf. Mt 5,17-18). Por isso, o Cristianismo é o fiel cumprimento do Judaísmo, não segundo a letra, mas segundo o Espírito.

São Paulo ainda tem outro recado aos observadores das tábuas de pedra:
"Ora, se o ministério da morte, gravado com letras em pedras, se revestiu de tal glória que os filhos de Israel não podiam fitar os olhos no rosto de Moisés, por causa do resplendor de sua face (embora transitório), quanto mais glorioso não será o ministério do Espírito! Se o ministério da condenação já foi glorioso, muito mais o há de sobrepujar em glória o ministério da justificação! Aliás, sob esse aspecto e em comparação desta glória eminentemente superior, empalidece a glória do primeiro ministério. Se o transitório era glorioso, muito mais glorioso é o que permanece!" (2 Cor 3,7-11).

Não é este evento referido por São Paulo que encontramos no livro do Êxodo?

Vamos conferir:

"Moisés ficou junto do Senhor quarenta dias e quarenta noites, sem comer pão nem beber água. E o Senhor escreveu nas tábuas o texto da aliança, as dez palavras. Moisés desceu do monte Sinai, tendo nas mãos as duas tábuas da lei. Descendo do monte, Moisés não sabia que a pele de seu rosto se tornara brilhante, durante a sua conversa com o Senhor. E, tendo-o visto Aarão e todos os israelitas, notaram que a pele de seu rosto se tornara brilhante e não ousaram aproximar-se dele" (Ex 34,28-30)

Vejam, amados do Senhor, São Paulo chama as ordenanças do Decálogo de "ministério da morte", "transitório", "ministério da condenação", este que "em comparação desta glória eminentemente superior, empalidece a glória do primeiro ministério". Por acaso São Paulo está ensinando que o Decálogo é irrevogável como crêem os sabatistas?

Desta forma, o que o Senhor Jesus aboliu na Cruz do Calvário (cf. Cl 2,14) foi a letra de todas as ordenanças do AT e não seu espírito, o que inclui o Decálogo.

A verdadeira Lei Moral, conforme ensinada por Cristo (cf. Mt 5-7) tem seu fiel cumprimento e excelência na Fé Cristã, na pregação dos Apóstolos, corroborando com as Santas Palavras do Salvador, que afirmou que traria a Lei à perfeição (cf. Mt 5,17).

Permita também a Misericórdia Divina que nossos contendores percebam que o "descanso Sabático" referido na carta aos Hebreus, não se trata da observância do Sábado semanal, mas do descanso do Justos que morreram na amizade do Senhor.

Ceia do Senhor, cerimônia de adoração a Deus

Todos os sabatistas reconhecem que a "Ceia do Senhor" era observada no primeiro dia da Semana, isto é, Domingo. Eles imaginam que esta ceia era uma mera reunião gastronômica, uma espécie de refeição comunitária entre os fiéis.

Ora, a advertência paulina contra este tipo de pensamento é exatamente o tema do Capítulo 11 de sua primeira carta aos Coríntios: "Desse modo, quando vos reunis, já não é para comer a ceia do Senhor" (1 Cor 11,20).

Muitos cristãos iam só para comer e beber, e São Paulo os repreende ensinando que a "Ceia do Senhor" não é uma mera refeição, conforme atestamos nos versículos abaixo:

"... porquanto, mal vos pondes à mesa, cada um se apressa a tomar sua própria refeição; e enquanto uns têm fome, outros se fartam. Porventura não tendes casa onde comer e beber? Ou menosprezais a Igreja de Deus, e quereis envergonhar aqueles que nada têm? Que vos direi? Devo louvar-vos? Não! Nisto não vos louvo..." (1 Cor 11,21-22).

Toda vez que participamos de um almoço comunitário o objetivo é comermos e bebermos na presença dos irmãos. Mas São Paulo deixa muito claro que a "Ceia do Senhor" não é um almoço comunitário.

Com efeito, antes destes versículos, São Paulo dá várias instruções de como os fiéis devem se portar na celebração cristã de Culto ao Senhor. Após os versículos 20 a 22 fica mais que claro que o Apóstolo fala da celebração Eucarística, isto é, o oferecimento do Sacrifício de Cristo sob as espécies do pão e do vinho e a comunhão destas espécies entre os fiéis, tal como Jesus ensinou:




"Então Jesus lhes disse: Em verdade, em verdade vos digo: se não comerdes a carne do Filho do Homem, e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós mesmos. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia. Pois a minha carne é verdadeiramente uma comida e o meu sangue, verdadeiramente uma bebida. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele. Assim como o Pai que me enviou vive, e eu vivo pelo Pai, assim também aquele que comer a minha carne viverá por mim. Este é o pão que desceu do céu. Não como o maná que vossos pais comeram e morreram. Quem come deste pão viverá eternamente. Tal foi o ensinamento de Jesus na sinagoga de Cafarnaum" (Jo 6, 53-59).

Uma reunião entre fiéis, que possui ministro, manifestação do Espírito Santo, cânticos, leituras, comunhão do Corpo e Sangue do Senhor, isso por acaso se parece com um almoço comunitário?

A associação da "Ceia do Senhor" como celebração de culto de adoração a Deus é mais que evidente na primeira carta paulina aos Coríntios. Mas para isto os sabatistas fazem vistas grossas.

É ponto pacífico entre todos os cristãos, imagino - que a "Ceia do Senhor" se dava no primeiro dia da semana.

O Testemunho dos Santos Mártires

Os sabatistas dizem que antes do Concílio de Nicéia (325 d.C.) a Igreja Cristã era pura e sem mácula e que Constantino paganizou a Igreja, começando pela institucionalização do domingo como dia de Culto.

A tese deles é desmascarada quanto trazemos ao conhecimento público, textos anteriores a este período que testificam a associação comprovada nas cartas paulinas: Ceia do Senhor + Culto de Adoração + Primeiro dia da semana (ver a parte I deste artigo). Note o leitor que os textos trazidos à tona, não são casos isolados, mas são textos escritos pelo punho dos próprios discípulos diretos dos Apóstolos: Inácio de Antioquia, Policarpo de Esmirna, Pápias de Hierápolis, Clemente de Roma etc.

Quando apresentamos seus textos, os sabatistas alegam que eles traíram seus mestres e adotaram doutrinas pagãs.

Ora, todos eles foram homens célebres e amados pela cristandade antiga, devido à sua grande fidelidade à Doutrina que receberam dos apóstolos, todos eles, sem exceção foram mortos por causa do Evangelho, exatamente porque não queriam confessar a doutrina do Império Romano. Como pode então, os sabatistas imputarem a estes heróis da Fé, a adoção de doutrina pagã?

Os sabatistas não conseguem apresentar nenhuma prova material de suas teses. Não conseguem trazer a público um único texto dos quatro primeiros séculos, de autoria de um dos discípulos dos apóstolos ou dos discípulos de seus discípulos, que corrobore seus argumentos. Com efeito, uma maneira de provar que os mártires acima citados traíram seus mestres (os apóstolos) é apresentando textos de outros discípulos dos apóstolos, que testifiquem a guarda do Sábado. Mas os sabatistas são incapazes de fazê-lo.

Primitivos cristãos: sabatistas ou judaizantes?

Quanto ao texto dos antigos cristãos, o máximo que os sabatistas fizeram até hoje é referir-se a textos de Epifânio de Salamina (séc. III) e Santo Agostinho (séc. V), onde os mesmos referem-se a existência de cristãos que guardavam o Sábado.
Com efeito, não só eles, mas outros célebres cristãos da antiguidade (Cipriano de Cartago, Atanásio de Alexandria, São Jerônimo, Fílon de Alexandria, Orígines, etc), fizeram tal referência, nos informando também que estes cristãos também guardavam a Lei Mosaica. Estamos falando de cristãos judaizantes e não de cristãos sabatistas.



Este grupo tem origem naqueles "da parte de Tiago" (cf. Gl 2,12) que não aceitaram as determinações do Concílio de Jerusalém (cf. At 15-16). Como podem ser eles a verdadeira Igreja, os verdadeiros cristãos, os remanescentes?

A falsa associação do Domingo cristão com o paganismo

Teimam em insistir que o Domingo tem origem pagã, só porque este era o dia do deus Sol, dos pagãos. É a mesma coisa se eu afirmasse que o Sábado em origem na adoração de Saturno, embora muitas provas mostrem o contrário. Contra os sabatistas, traremos o testemunho do advogado cristão Tertuliano, que viveu a mais de cem anos antes do Concílio de Nicéia:


"Outros, de novo, certamente com mais informação e maior veracidade, acreditam que o sol é nosso deus. Somos confundidos com os persas, talvez, embora não adoremos o astro do dia pintado numa peça de linho, tendo-o sempre em sua própria órbita. A idéia, não há dúvidas, originou-se de nosso conhecido costume de nos virarmos para o nascente em nossas preces. Mas, vós, muitos de vós, no propósito às vezes de adorar os corpos celestes moveis vossos lábios em direção ao oriente. Da mesma maneira, se dedicamos o dia do sol para nossas celebrações, é por uma razão muito diferente da dos adoradores do sol. Temos alguma semelhança convosco que dedicais o dia de Saturno (Sábado) para repouso e prazer, embora também estejais muito distantes dos costumes judeus, os quais certamente ignorais" (Tertuliano 197 d.C. Apologia part.IV cap. 16).

Como vimos, Tertuliano testifica que a da guarda do primeiro dia da semana pelos cristãos, possui motivo próprio e muito diverso dos pagãos: "Da mesma maneira, se dedicamos o dia do sol para nossas celebrações, é por uma razão muito diferente da dos adoradores do sol".

Não é estranho que a mesma Igreja que deu mártires a Deus, exatamente porque não se curvou à religião do Império, tenha aceitado "sem piscar os olhos" uma observância pagã? Será mesmo que a Igreja no MUNDO INTEIRO tenha traído tão facilmente a doutrina dos apóstolos, como alegam nossos contendores?

Conclusão

Acredito que este terceiro opúsculo, juntamente com os outros dois anteriores, tenha tratado sobre o Dia do Senhor de forma satisfatória.

Muito simples é a apresentação de um argumento teológico com aparente suporte bíblico, até os Espíritas fazem isso em seu "Evangelho segundo o Espiritismo".

Ora, pode haver fonte mais segura sobre a pregação dos apóstolos do que o testemunho de seus discípulos pessoais, aqueles que ouviram a pregação de sua própria boca? Homens estes que devido à tamanha fidelidade à doutrina recebida de seus mestres, morreram por amor a Cristo? Eu creio que não e cada um faça seu próprio juízo.

Esta é a diferença entre a apologética objetiva e sóbria daquela baseada em falsas conjecturas, atropelamento das regras de hermenêutica e exegese bíblicas associado a uma total falta de prova material que corroborem suas teses.

Referências Bibliográficas

LOPES, Félix Garcia. O Decálogo. São Paulo: Paulus, 1995. p. 35.

Leia mais sobre as inverdades do natal aqui nestes links

http://caiafarsa.wordpress.com/natal-festa-paga-ou-odio-cego-contra-a-igreja/

http://caiafarsa.wordpress.com/a-mentira-lutero-criador-da-arvore-de-natal/

Creditos: Fernando Nascimento e site Veritatis

sábado, 16 de outubro de 2010

Milagre que se repete há 674 anos

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Nossa Senhora das Flores de Bra

Copiado de CATOLICISMO

Devoção mais conhecida na Itália como Madonna dei Fiori tem sua origem num fato inexplicável, mas comprovado, que se repete há 673 anos: os arbustos que florescem em pleno inverno.

Valdis Grinsteins


Para tristeza dos que não crêem e alegria dos que têm fé, aparecem cada vez mais fenômenos religiosos que a ciência só pode definir como inexplicáveis.

O papel do cientista não é declarar que algum acontecimento é ou não milagre. Isso corresponde às autoridades religiosas. O papel dele é analisar com rigor científico os dados apurados e verificar se há ou não uma explicação do ponto de vista das leis admitidas pela ciência que ele estuda. Um médico especialista em câncer, por exemplo, não pode decidir se houve milagre em determinado caso de cura. Ele apenas analisa se uma cura que ocorreu é possível ou provável de acordo com a prática médica. Após isto ele emite o veredicto: tal fato é explicável; ou é inexplicável.

Vejamos o exemplo de um fato inexplicável de acordo com o veredicto dos cientistas. Um fato que se repete há mais de 600 anos, e vem sendo analisado de forma científica há quase 300 anos.

Um florescimento impossível

Como se sabe, no inverno não desabrocham flores, e o motivo é simples: a temperatura não permite que elas floresçam. Quando neva, as dificuldades para o surgimento das flores aumentam ainda mais. Isso é até uma banalidade para qualquer pessoa que viva em regiões com as quatro estações bem definidas.

Na Itália há um arbusto da família das rosas (o nome científico é Prunus spinosa L.), que alcança três metros de altura e é muito usado para erguer cercas vivas ao redor de jardins. Floresce de março a abril, ou seja, na primavera. Mas num local da cidade de Bra, naquele país, as flores aparecem em dezembro, portanto no inverno, e duram ao redor de 20 dias, mas tem acontecido de durarem muito mais. Isto ocorre independentemente de haver ou não sol, ou se existe pouca, muita ou nenhuma neve. Mais chamativo ainda é o fato de plantas do mesmo tipo, cultivadas na vizinhança, não se comportarem assim; e quando uma muda desta planta é levada para outro lugar, ela segue comportando-se de forma excepcional.

Estudos científicos sobre o florescimento impossível de Bra têm sido feitos desde 1700 pelo Jardim Botânico da Universidade de Turim. Em 1882, Giuseppe Lanvini declarava que “o fenômeno transcende as leis físicas e biológicas”, confirmando o parecer emitido em 1817 por Lorenzo Roberto, químico e agrônomo de Alba. Em 1974, Franco Montacchini, que depois tornou-se diretor do Jardim Botânico, diagnosticou a perda do normal termoperíodo por parte da planta, e acrescentou: “Necessitaríamos determinar o motivo disto”. Um dos mais famosos botânicos italianos, Augusto Béguinot, depois de rigorosas comparações das análises químicas realizadas em plantas comuns desse gênero (Prunus) e nesta planta Prunus extraordinária (as análises confirmaram que elas são idênticas), excluiu que o florescimento em dezembro seja devido a “alguma qualidade específica que se possa constatar quimicamente”. Com humildade ele conclui: “Como cientista, não conheço e não uso a palavra milagre, mas justamente como cientista devo dizer que as leis naturais que dirigem a vida dos Prunus spinosa não são suficientes para explicar este fenômeno extraordinário de um duplo florescimento”.*



O milagre...

A esta altura, provavelmente, o leitor estará se perguntando: O que tem a ver esse fenômeno botânico com a Religião? Por acaso é um milagre ecológico?


, nada disso. Acontece que justamente onde se encontra essa planta deu-se uma manifestação de Nossa Senhora, no dia 29 de dezembro de 1336. Nessa época, numerosos soldados eram contratados como mercenários, e muitos deles não se destacavam pela disciplina nem pela virtude. E aconteceu que uma senhora, Egidia Mathis, que estava grávida, voltava para casa quando foi atacada por dois soldados. Percebendo as más intenções deles, Egidia pediu auxílio a Nossa Senhora diante de uma imagem muito rústica, pintada e colocada ali perto num pequeno nicho. Em redor dela havia uma planta de Prunus spinosa. Nesse momento apareceu a Virgem, e bastou sua presença e sua luminosidade para pôr em fuga os criminosos. Egidia, certamente impressionada pelo perigo iminente, deu à luz nesse momento e no mesmo local, no meio do frio. Pegando seu filho recém-nascido, foi para casa e comunicou o que havia acontecido. As pessoas que foram ao local do fato se espantaram com o que viram: a planta estava toda florida, ao contrário das outras da vizinhança.

Como é fácil imaginar, a notícia chamou muito a atenção. Numerosas pessoas certificaram o fato, e desenvolveu-se no lugar uma especial devoção a Nossa Senhora, particularmente à medida que se repetia todos os anos o fenômeno do florescimento no meio do inverno. Em 1626 foi concluída uma igreja no local, à qual se acrescentou outra em 1933. Um dos grandes devotos dessa aparição foi São José Bento Cottolengo.

inexplicável, mas comprovado
Santuário da Madonna dei Fiori, em Bra


Seria facílimo para os incrédulos, ou para os inimigos de nossa Religião, constatar e demonstrar alguma falsidade no caso, se ela existisse. Tendo a ciência e a técnica chegado a grande desenvolvimento, ficariam eles encantados em mostrar ao mundo um caso de tapeação, acobertado sob a aparência dum milagre. Poderiam, por exemplo, procurar algum documento histórico que demonstrasse a existência desse fenômeno antes de 1336. Não faltariam tais documentos num país como a Itália, que conserva a tradição de guardá-los cuidadosamente desde o Império Romano. Também poderiam realizar outros tipos de testes científicos, buscando uma explicação natural. Acontece que esses testes foram realizados. Alguns analisaram o terreno, para verificar se por algum motivo a terra onde se encontra a planta é diferente do solo dos arredores. Nada encontraram. Outros realizaram provas eletromagnéticas, pensando que talvez alguma corrente subterrânea pudesse provocar fenômeno tão estranho. Igualmente ficaram desapontados. Apenas puderam constatar, como cabe aos cientistas, que o fenômeno é inexplicável.
Algum leitor poderá ficar surpreso com este relato. Habituado talvez com imagens mirabolantes que vê a toda hora na TV ou no cinema, produzidas por efeitos especiais, deve estranhar que nada tenha ouvido a respeito desse milagre. Mas tal surpresa seria realmente surpreendente, quando se conhece o cuidado todo especial que a mídia toma para evitar a divulgação de quaisquer fatos ou fenômenos que estimulem a verdadeira fé dos cristãos. A tal ponto que as pessoas honestamente desejosas de conhecê-los têm de recorrer a outras fontes e meios, como fazemos nós. Em concreto, o relato desse milagre chegou-me através de um amigo leitor de Catolicismo, ao qual muito agradeço. Depois de pesquisar sobre o assunto, decidi compartilhá-lo com os demais leitores.

Para quem tem fé, o milagre é uma manifestação a mais do poder e da bondade de Deus. E para quem não a tem, o milagre gera um sério problema de consciência, pois lança dúvida sobre os fundamentos nos quais se apóiam suas falsas certezas. Por isso mesmo, muitos preferem não o olhar de frente. Também por isso mesmo, devemos rezar a Nossa Senhora para que eles tenham ao menos a honestidade de reconhecer que o fato é inexplicável, como fazem os cientistas quando não há explicação natural para o fenômeno. Resta a explicação sobrenatural, que sempre existe!


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quinta-feira, 14 de outubro de 2010

EX-ESPIÃO DO VATICANO


I - A MENTIRA

1 - "PREGANDO O EVANGELHO E CONFIANDO EM DEUS" - “(...) Era Alberto realmente quem reivindicou ser? - Assim que o testemunho de Alberto Rivera ficou público, a Igreja católica romana começou seu plano de boicotar esta operação. Alberto sabia demais! Ter sido preparado para liderança dos Jesuítas, ele tinha informações em coisas muito sensíveis para escrevê-las. Agora ele estava dizendo tudo o que sabia ao mundo! Alberto estava sendo denunciado como se nunca tivesse sido um padre, embora ele possuisse documentação clara. Um artigo escrito por Gary Metz, atacava Alberto e o acusava de todos os tipos de coisas. Alberto recusou-se a gastar sua vida discutindo com seus acusadores. Ao invés, ele marchou em frente, pregando o evangelho, e confiante na proteção de Deus....”

2 - "TRAZER O EVANGELHO PARA UM BILHÃO DE CATÓLICOS" - "O editor dos quadrinhos que contam o testemunho da vida do Ex-Jesuíta Alberto diz o seguinte: "Dezoito anos atrás, pela providência de Deus, o Senhor indicou um homem com uma mensagem vital junto com um homem que teve um veículo para espalhar isto. Eu agradeço a Deus por me permitir trabalhar com Alberto na criação dos seis quadrinhos das Séries de Alberto. O propósito destas
obras de Deus são:

1. Expor o catolicismo romano para o mundo e obstruir seu programa de trabalho.

2. Trazer o evangelho para um bilhão
de católicos romanos presos em um sistema religioso sem salvação."


II - ONDE SE ENCONTRA

http://www.org.br/testemunhos/artigo.aspx?lng=PT-BR&article=1159&menu=14&submenu=5
http://www.org.br/ex-padre4.htm


CANTADO EM VERSO E PROSA NOS SITES EVANGÉLICOS: - O falso ex-jesuíta ALBERTO RIVERA é cantado em verso e prosa em quase todos os sites evangélicos. Vejam alguns exmeplos:

1 - LETRAS SANTAS - http://letrassantas.blogspot.com/2007/06/histrias-em-quadrinhos-alberto-rivera.html

2 - ALBERTO TO LAST DAYS - http://albertolastdays.com/

3 - A BOA NOVA - http://boanova.tripod.com/2cpag01.htm

4 - A VERDADE QUE MUITOS TEMEM - http://br.groups.yahoo.com/group/solascripturatt/message/1863

5 - DE ROMA A CRISTO - http://pt.justin.tv/alexortega/c/C11E2FD4A3/DE_ROMA_A_CRISTO__9___ALBERTO_RIVERA

6 - POSTADO POR UM EVANGÉLICO - http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20080118143441AAhc58W

7 - IGREJA EVANGÉLICA UNÇÃO E PODER - http://www.uncaoepoder.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=359&Itemid=147

8 - ADVENTISTAS - http://www.adventistas.com/abril2002/sermao_jesuitas.htm


III - A VERDADE

QUEM É, POIS, O VERDADEIRO ALBERTO RIVERA ?

Dave Amstrong escancara a impostura sobre a vida e conversão de "Alberto" um dos mitos criados e cridos por muitos evangélicos em todo o Continente:

ALBERTO RIVERA, suposto Sacerdote Católico, Bispo e herói anti-católico da revista COMIC de JACK CHICK foi considerado como uma fraude total por GARY METZ (evangélico), em dois artigos que apareceram nas seguintes publicações evangélicas:


1) "A HISTÓRIA DE ALBERTO" - Revista: PEDRA ANGULAR, Vol. 9, no. 53, ano
1981, Pág. 29-31.

XXXXXXXXXXXXXXX 2) "CRISTANDADE HOJE", 13 de março de l981.

O Instituto Cristão de Investigação (CRI), fundado pelo falecido Dr. WALTER MARTÍN, amplamente conhecido como o evangelista mais destacado especialista em seitas, também fez um trabalho-exposição sobre RIVERA.

Serão mostrados alguns extratos do primeiro artigo mencionado acima.


Não se esqueça que o mencionado aqui é fruto de uma investigação realizada e publicada por protestantes que descobriram a falsidade do testemunho de ALBERTO RIVERA:

1.- "A Igreja Cristã Reformada", Publicações Zondervan, e a Mesa Diretora da "Escola Dominical" da Igreja Batista do Sul que proibiram vender as revistas "ALBERTO" em suas livrarias por considerá-las falsas.

2.- JACK CHICK comentou que as livrarias cristãs estão sendo infiltradas por equipes secretas de propaganda católica que exercem pressão sobre o dono até que este se "comprometa com Roma e tire ALBERTO de sua prateleira"

3.- "Alberto" é uma história verdadeira? Não! Absolutamente não. Nossas investigações intensivas manifestam seu registro publicitário, suas fraudes de inversão, seus cheques sem fundos, seu testemunho contraditório, seu histórico escolar fabricado e verificação de abuso familiar... ALBERTO RIVERA, também conhecido como ALBERTO ROMERO, tem um histórico de problemas legais. Está envolvido em uma ação da corte no sul da Califórnia, acusado de fraude.

4.- Em 1965, foi emitida uma ordem de apreensão em Hoboken, New Jersey, por ter emitido cheques sem fundos. Também deixou de pagar dívidas que ultrapassam $3,000 Dólares.

5.- EM 1969 foram emitidas ordens de apreensão em sua conta em DeLand e Ormon Beach, Flórida. A primeira ordem foi por roubo de um cartão de crédito Bank-Americard. A divisão de investigação Criminal do Bank of America reportou que havia em sua conta um débito de mais de
$2,000 Dólares. A segundo ordem de apreensão foi devida ao "uso sem autorização de um automóvel". Alberto abandonou o veículo em Seattle,Washington. Daí levado para Califórnia do Sul.



6.- A forma em que Alberto conta de sua converção é contraditória. Em 1964 ao trabalhar para a Igreja Cristã Reformada, ele disse que foi convertido do catolicismo em julho de 1952. Depois garantiu que que foi em 1967 (3:00 na manhã de 20 de março de 1967).

7.- Disse que se desligou imediatamente da Igreja Católica. Não obstante, cinco meses mais tarde, em agosto de 1967, ele defendia o catolicismo no movimento ecumênico em uma entrevista periódica em sua terra natal de "Las Palmas" nas Ilhas Canárias.

8.- Alberto infunde um grande respeito em muitos fazendo-os acreditar em seus numerosos títulos de graduação escolar que diz possuir, que inclui:


Doutorado em Filosofia...
Doutorado em Teologia...
Doutorado em Sociologia
Doutorado em História...
Doutorado em Bíblia.......
Mestrado em Psicologia.


Entretanto, se revela ambíguo quando se lhe pergunta donde recebeu estes títulos. Alberto participou de um seminário em Costa Rica (O Seminario Bíblico Latino-Americano) com um amigo de Palmas, porém Alberto não se graduou. Esse amigo, o Reverendo Plutarco Bonilla (respeitável líder cristão na América Central), disse que Alberto nunca terminou o preparatório em Las Palmas e que ele estava no seminário no programa para os não graduados. A escola menciona em uma carta que se viu forçada a expulsar Alberto por constantemente: 'mentir e desafiar a autoridade do seminário.' A cronologia conhecida de sua vida não lhe permite tempo para ter conseguido a posição acadêmica que reclama.


9.- Quando o Reverendo Wishart [antigo colega de Alberto, e velho pastor da Primeira Igreja Batista de São Fernando] pressionou Alberto a respeito de seus graus de escolaridade, Alberto admitiu tê-los recebido de imprensa em Colorado. Isto pôs fim à sua relação. O pastor Rasmussen (1ª Igreja Batista da Fé de Canoga Park, California) pediu também a Alberto que se submetesse a uma prova de detector de mentiras que autenticaria algumas de suas alegações. Alberto disse que se submeteria. Três datas foram marcadas e em todas as ocasiões deixou de apresentar-se.

10.- Ele conheceu sua primeira 'esposa' em Costa Rica ao trabalhar na Igreja Metodista. O Rev. Bonilla disse que Alberto vivia aí com uma mulher, no final da década dos cinquenta, mas que eles não estavam casados legalmente: Alberto disse que Deus havia validado seu matrimônio.

Alberto mencionou, num formulário de pedido de emprego que ele e Carmem Lydia Torres se casaram em 25 de novembro de 1963.

Seu filho João nasceu em Hoboken, Nova Jersey, em setembo de 1964. . .

Um supervisor naquele tempo, o Rev. Edson Lewis, disse que Alberto abusava fisicamente de Carmen Lydia e de João. Menos de um ano depois de seu nascimento, em julho, 1965, João morreu em El Paso, Texas. Daqui os pais de João fugiram, depois de ter emitido cheques sem
fundos em Nova Jersey.

Um outro filho, chamado Alberto, nascia em 1967 ou 1968. É difícil determinar o paradeiro do menino Alberto hoje, mas o Rev. Abrego [sócio e antigo companheiro de quarto de Alberto] declarou que ele foi colocado em uma assistência em Tennessee.

Além desse Alberto e Lydia tiveram outro filho, Luis Marx, pelo início de 1969. Enquanto eles se encontravam em Flórida, seus anfitriõnes declararam que Luís Marx sofria de maltratos. Não se conhece o que sucedeu com Luis Marx, porém, quando Alberto viajou com o carro e cartão de crédito, já não estava com eles o menino.

O que aconteceu com Carmen Lydia depois de estar em Seatle é também desconhecido, porem Alberto tornou a se casar em 1977 com Nury Frias, uma mulher da República Dominicana.

Não se conhece igualmente se ele esteve casado legalmente e/ou divorciado da outra mulher.

De qualquer modo a credibilidade de Rivera é prejudicada extremamente ao decobrir que ele teve dois filhos (João e Alberto) na América durante o tempo que disse ter praticado o sacerdócio celibatário na Europa!

Que pensa Jack Chick a respeito disso?

Quando foi localizado finalmente, por telefone, na sua residência, disse que que nunca tinha conhecido um homem mais santo que Alberto, e que ele sabe que a história é verdadeira porque 'orou por ele.'

Jack disse temer que sua própria vida fosse ceifada por assassinos jesuítas [até hoje se encontra vivo depois de 17 anos].

11.- Quando localizamos Alberto por telefone, ele se recusou também entrevistar-se conosco. Alegou que qualquer perversidade antes de sua conversão em 1967 foi feita sob as ordens da Igreja Católica e que qualquer maldade após sua conversão não passam de maquinação dos conspiradores.

Como vimos, o conto de Alberto é fraudulento, como a história John Todd, outro protegido de Jack Chick, que garantiu que a bruxas estão tomando o mundo (veja a revista #48 da Pedra Angular).

Alberto criou astutamente um cerco, um sistema paranóico de defesa que torna difícil pegá-lo em assuntos específicos. Sempre pode se desvencilhar de qualquer acusação por ser parte do complô jesuíta.


As fraudulentas alegações de Alberto Rivera ressaltam um fato triste: muitos protestantes têm uma visão distorcida dos católicos tal qual os brancos tinham dos negros no princípio do século. O homem negro foi caracterizado como "de muito ritmo e pouco cérebro", enquanto o católico é representado como um autômato que está na escravatura inquestionável das autoridades da Igreja.

Em uma publicação posterior da revista Pedra Angular (Vol. 10, no.54), em um artigo, responde a Chick". Jack T. Chick publicou uma contestação de três páginas a denúncia de Gary Metz sobre Alberto Rivera:

Em sua carta de 25 de março de 1981, assinada também por Rivera, Chick declara que "a destruição sistemática do mistério de John Todd foi repetida pelo Vaticano para também destruir a Alberto". (Todd declarava ter sido um dos líderes de uma conspiração internacional de bruxas para estabelecer a Jimmy Carter como o Anticristo; Chick promoveu o conto de Todd algum tempo atrás em sua revista Cómic.) Chick acusa à revista Cristandade Hoje e a Pedra Angular, porque ambas desmascararam a John Todd, de continuar a causa do 'anticristo no Vaticano'

Um exemplo típico da defesa de Chick sobre Alberto: a evidência dos graus de escolaridade de Alberto desapareceram porque o Vaticano "eliminou o nome do Dr. Rivera de todas as diretorias em escolas, nos seminários e nos colégios; os sócios e conhecidos antigos de River contradizen seu conto porque eles são "espias" do Vaticano; as mulheres com as quais esteve envolvido eram da Legião de Maria ou da Juventude Católica.

Assim, com a varinha mágica da conspiração. Rivera se exonera de qualquer evidência que se possa aduzir contra ele. Sem dúvida, que uma desculpa desta natureza somente pode se encoberta por outra mentira.


Este é o ALBERTO!!!!


Cremos que se JACK CHICK tem realmente alguma coisa para acusar os católicos, terá de abster-se de desculpinhas fajutas e encontrar uma fonte mais segura de informação.

A terceira revista de Chick sobre Rivera "OS PADRINHOS" contém as seguintes declarações completamente falsas, elevadas a "status" de verdade solene:

- O Vaticano planeja exterminar os judeus e preparar sua sede papal no tempo de Jerusalém, donde o Papa reinará como Deus, literalmente cumprindo as profecias sobre o "homem ímpio" em 2Tessalonissenses 1,3-4;

- O Vaticano financiou a guerra Muçulmano-Israelita no século 10;

- Abraão Licoln foi assassinado por jesuítas;

- Os fundadores do comunismo Carlos Marx e Frederico Engels foram instruídos e dirigidos por jesuítas;

- Os jesuítas também treinaram Leon Trotsky, Lenin e Joé Stalin;

- Adolfo Hitler foi empossado pelos católicos enquanto que seu livro Mein Kampf foi realmente escrito por um sacerdote jesuíta;

- O Vaticano também esteve por trás da I e II guerra mundial e da Revolução Russa em 1917;

- O Ku-Klux-klan, os nazistas e maçons são secretamente dirigidos por agentes jesuítas;

- Todas as demais autodenominadas conspirações internacionais (Os iluminati, os comunistas, os Bilderbergers, a Comissão Trilateral, o Conselho de Relações Forais, o Clube de Roma,etc.) foram de fato, criadas pela Igreja Católica como uma lufada de fumaça para desviar a atenção do Vaticano;

Sobre todos estes contos e novelas,a revista "Pedra Angular" feita pelos protestantes explica:

A declaração de Rivera de ter sido sacerdote, bispo e agente de inteligência para a hierarquia católica Romana tem sido discutida em revistas anteriores... consideramos esta declaração como uma deslavada mentira... Estou assombrado de como Jack Chick pode ter uma visão tão paranóica da história; a palavra "catolicofobia" se forma imediatamente em minha mente. Foi por causa dessa propaganda que duas edições anteriores da revista "Comic" de Chick foram proibidas pelo governo canadense em outubro passado o qual a elas se refere como revistas
dentro da categoria de "LITERATURA OBSCENA".

Verdadeiramente, ao crer-se que exita uma conspiração jesuíta secreta, diria que Alberto Rivera faz parte dela. Suas acusações ridículas têm prejudicado a causa legítima das relações Protestante/Católicas.

Quem fez a investigação foi um evangélico chamado GARY METZ. O artigo apareceu na revista 'CRISTANDADE HOJE' (fundada por Billy Graham e não é exatamente uma revista católica senão protestante) em 13 de março de 1981.

Eis porque "Alberto" e suas revistas é uma verdadeira fraude que tem enganado até os próprios evangélicos.

(Traduzido por Carlos Alberto Martinez).

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GENTE FINÍSSIMA ESTÁ COM ELA!

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quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Não somente bispos e padres; agora também pastores evangélicos

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Aos bispos e padres Igreja Católica, juntam-se agora, também os pastores evangélicos. Deitam a língua no PT por causa de seus objetivos pró-aborto, pró-gays-lésbicas, e pró-mordaça da imprensa.

Aqui quem fala é o pr. Silas Malafaia. Ouçam-no e vejam se não tem razão: